"Novo" Galaxy Note7 recebe certificado e está quase pronto para o relançamento

Por Redação | 05.05.2017 às 09:18
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Mesmo meses depois do pico dos problemas relacionados à bateria explosiva do Galaxy Note7, a Samsung não desistiu do que deveria ter sido um de seus principais sucessos na temporada passada. Tanto que ela está trabalhando em um modelo variante do dispositivo, com bateria menor, e que agora passou pelas certificações necessárias para lançamento.

O dispositivo recebeu o aval para ser vendido pelo FCC (Comissão Federal de Comunicação, na sigla em inglês), órgão do governo norte-americano que regula o mercado de telecomunicações e autoriza a venda de produtos do tipo no país. Entretanto, a ideia da Samsung é liberar a nova versão do Galaxy Note7 na Coreia do Sul, seu país de origem.

Três modelos foram aprovados pela organização e parecem voltados para o trio de principais operadoras de telefonia do país. De acordo com os rumores, eles seriam vendidos no mercado sul-coreano por pouco mais de US$ 600, aproximadamente R$ 1,7 mil e um valor cerca de US$ 250 menor que o do lançamento original do Galaxy Note7.

Além do preço mais baixo, a bateria também teria uma autonomia menor. O design do dispositivo é o mesmo, assim como a tela e seus componentes internos, o que não geraria alterações no fluxo de consumo para uma célula de 3.200 mAh, contra 3.500 mAh da versão original do Galaxy Note7.

Que ele funcione e não passe pelos mesmos problemas, entretanto, é o que mais importa para a Samsung. No final do ano passado, a companhia viu o que seria um de seus maiores lançamentos para o segundo semestre se transformar em um pesadelo após diferentes relatos de baterias explodindo durante a recarga, o que levou a devoluções, quedas nas vendas e até a um banimento do dispositivo nas principais companhias aéreas do mundo.

Apesar de já ter confirmado os trabalhos em uma versão repaginada do modelo, a Samsung não confirmou quando ele chegará às lojas. A ideia de um lançamento na Coreia do Sul é oficial, embora a empresa não tenha comentado sobre a possibilidade de liberar o modelo em outros países do mundo.

Fontes: FCC, Android Central