Novo Chromecast chega ao Brasil por R$ 399, o dobro do valor do seu antecessor

Por Redação | 26 de Abril de 2016 às 09h29
photo_camera BRUNO HYPOLITO / CANALTECH

A nova geração do Chromecast, que conecta televisores a dispositivos móveis e computadores, começa a ser vendida oficialmente nesta terça-feira (26) no Brasil por R$ 399. O valor é o dobro do preço praticado em relação ao primeiro modelo do dispositivo, que chegou ao país em 2014. O novo produto será vendido tanto nas lojas do varejo físico quanto nas lojas online dos principais e-commerces do país.

"Esse é o melhor valor a que pudemos chegar", afirmou o vice-presidente do Google e criador do dispositivo, Mario Queiroz. Nos Estados Unidos, o Chromecast 2 é vendido por US$ 35, o que em uma conversão direta sairia por R$ 124. Apesar da disparidade de preços, Queiroz afirma que o valor é acessível "na comparação com outras alternativas" e que o aumento foi necessário por conta da cotação do dólar.

A segunda geração do dongle HDMI possui poucas diferenças em relação a seu antecessor. A versão que chega hoje ao varejo nacional possui compatibilidade com redes Wi-Fi padrão 802.11ac, com três antenas. O design também mudou, ganhando um corpo arredondado e deixando para trás o formato de pendrive da primeira geração. De resto, o Chromecast continua o mesmo, com conexão na entrada HDMI dos televisores comuns, permitindo que eles possam se conectar à internet e transmitir conteúdo exibido em smartphones, tablets e computadores.

O Google também começará a vender nesta terça-feira o Chromecast Audio, que se conecta a alto-falantes convencionais e permite ouvir músicas de serviços como Spotify, Rdio, Deezer e outros. A conexão é feita pela entrada do fone de ouvido, RCA ou ótica. O Chromecast Audio também será vendido no varejo por R$ 399.

Os dispositivos da linha Chromecast chegam ao mercado brasileiro em meio ao declínio de 10% nas vendas de televisores; no caso dos modelos com conexão à internet, a queda foi ainda mais acentuada: 24,4%. Apesar disso, Queiroz mostra-se confiante de que os novos aparelhos terão boa receptividade no mercado. "Nosso mercado são os televisores que já estão nas casas. E a base instalada no Brasil é muito grande", declarou o executivo.

Fonte: Folha de S. Paulo

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