No conceito de loja do futuro, mobilidade é a palavra do presente

Por Colaborador externo | 09.11.2015 às 13:30

Por Márcio Nunes*

Agilizar o atendimento na loja por meio de um aplicativo no qual o vendedor consulta estoque e cadastra clientes. Realizar e finalizar vendas de qualquer parte do estabelecimento comercial utilizando um dispositivo móvel, sem passar pelo caixa. Efetuar a venda de produtos da loja virtual dentro da loja física, podendo o cliente ainda receber as compras em sua própria residência. Essas são algumas funcionalidades que mais se assemelham às de uma loja futurista, mas já estão nas mãos de varejistas para mudar a relação destes com seus consumidores.

A loja do futuro, uma realidade sem sombra de dúvida, é movida pela tecnologia das soluções móveis, integração entre os mundos virtual e físico e pela experiência da compra interativa feita pelos clientes. Bom para os consumidores, que têm à disposição recursos que não os deixam na mão e o ajudam a adquirir seu produto ou serviço mais rapidamente. Bom para os lojistas, que ganham um aliado estratégico para movimentar seu negócio.

Não importa se o varejista optou pela plataforma multicanal ou não. Ele precisa estar consciente de que, tanto do lado da oferta quanto da demanda, o aspecto da mobilidade precisa ser levado em consideração para a expansão do negócio. Com smartphones ou tablets, os clientes são atendidos de forma rápida e personalizada, sem filas e com muito mais interação com a variedade de produtos oferecidos na loja física ou virtual.

Existem tecnologias de gestão à disposição do varejo que encurtam esse espaço entre o presente e o futuro. São exemplos: o Linx Fast Pass, solução que permite ao vendedor consultar o estoque e enviar a pré-venda par o PDV; o Linx Mob Checkout, aplicativo que realiza e finaliza vendas de qualquer parte da loja utilizando um dispositivo móvel; e o Linx Showroomer, que faz a venda de mercadorias da loja virtual (e-commerce) dentro da loja física, permitindo ao cliente receber as compras em casa sem passar pelo caixa. Juntas ou separadas, tais soluções móveis geram mais valor para a marca e proporcionam uma experiência de compra diferenciada para o consumidor. Com elas, o varejista consegue ter mais flexibilidade, com diminuição na ruptura de vendas, e maior rapidez no atendimento ao cliente, com redução de filas, por exemplo.

Trata-se de uma tendência sem volta. Acredita-se que, em pouco tempo, este será o padrão de atendimento utilizado pelo varejo no país. Os varejistas que não adotarem a mobilidade como uma oportunidade para vender mais e oferecer uma experiência de compra diferenciada, tendem a perder vendas e não cativar os clientes que podem encontrar facilidades em outras marcas.

*Márcio Nunes é diretor do segmento de Mobilidade da Linx, empresa líder em tecnologia de gestão para o varejo.