Motorista do Uber dá tiro em ladrão durante viagem com passageiro

Por Redação | 19 de Dezembro de 2016 às 15h38

A política do Uber para os motoristas preza pelo bom atendimento aos passageiros. Por outro lado, ela provavelmente não diz muito sobre uma conduta de combate ao crime pela cidade. Mesmo assim, nos Estados Unidos, um motorista do serviço atirou em um ladrão enquanto estava em uma viagem pelo app - com um passageiro dentro.

O incidente ocorreu em Aventura, no estado da Flórida. Enquanto levava um passageiro rumo ao aeroporto de Miami, o motorista foi abordado por um ladrão. O que o criminoso não esperava é que o trabalhador do Uber tinha uma arma a bordo e reagiu ao assalto.

O motorista, que tinha uma arma legalmente registrada, abriu fogo de volta contra o assaltante, que morreu no local. Nem o motorista, nem o passageiro do Uber saíram feridos no incidente. O parceiro do criminoso, que estava em uma van que fechou a frente do carro do Uber, fugiu após o disparo dos tiros.

Segundo a polícia de Aventura, o motorista do Uber não terá que lidar com a justiça, já que os disparos foram feitos em legítima defesa. Até o momento não foi descoberto se o plano dos assaltantes era roubar o veículo, o passageiro ou o motorista, mas por ser um aplicativo que usa cartões de crédito como o meio principal de pagamento, os motoristas circulam sem dinheiro em espécie, diferentemente de táxis.

No Brasil, entretanto, a abertura do Uber para pagamentos em dinheiro gerou reclamações entre os motoristas, que apontaram a mudança como um motivo para o aumento de assaltos nas corridas. Como a opção por dinheiro não exige a inscrição de alguns dados - como é exigido no cadastro com cartão de crédito - isso daria abertura para criminosos agirem.

Em setembro, um motorista do Uber foi assassinado quando o motorista trabalhava próximo à favela de Heliópolis, em São Paulo. Segundo outros motoristas do aplicativo, ele foi atacado durante uma corrida paga em dinheiro, modalidade em que os passageiros não precisam inserir tantos dados. A companhia alegou que este foi o primeiro incidente do tipo desde que a empresa chegou no Brasil em 2014.

Fonte: BGR

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