Microsoft também estaria interessada no Twitter

Por Redação | 23 de Setembro de 2016 às 20h32
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As coisas para o Twitter já estiveram melhores. A companhia, apesar de ainda contar com cerca de 350 milhões de usuários ativos, não tem colhido bons resultados de sua rede social e chegou ao inevitável: segundo rumores que se esquentam a cada dia, a venda definitiva da plataforma está próxima.

Mais cedo nesta sexta-feira, você leu aqui no Canaltech que o Google e a Salesforce estariam inclinados a adquirir a empresa, e logo depois desta notícia, veio outra: parece que agora é a vez da Microsoft (e da Verizon, operadora de telecom dos EUA) mostrarem interesse. Quem deu a deixa foi o pessoal do TechCrunch, mas a própria gigante do software desconversou, quando um de seus porta-vozes revelou que a empresa não tem "nada a declarar" no momento — supresa nenhuma, visto que nenhuma gigante da tecnologia costuma comentar especulações antes do fato consumado.

De sobremaneira, mesmo que a vontade da Microsoft de adquirir o Twitter seja algo incerto, várias teorias comprovam que sim, a coisa toda pode ocorrer, e muito mais breve do que pensamos: ao comprar a rede social, a gigante poderia integrá-la a outros de seus já conhecidos serviços, como o Skype ou o LinkedIn. Isso sem contar o Bing, que já está integrado à plataforma com sua ferramenta de tradução.

A compra do LinkedIn, aliás, foi recente e a companhia desembolsou US$ 27,2 bilhões na aquisição. O Twitter, em contrapartida, custaria aos cofres da empresa no mínimo US$ 30 bilhões, segundo o Recode — um valor bem acima do estimado no mercado, que seria de apenas US$ 18 bilhões. Supervalorizar-se assim é um risco que o Twitter corre, uma vez que pode acabar órfão de compradores.

Mas, levando em consideração que a rede social do Google nunca rendeu os frutos desejados e que a Microsoft conta apenas com o Skype como plataforma de comunicação conhecida pelas massas, pode ser que a manobra do Twitter valha o risco, levando pelo lado das interações e compartilhamentos entre usuários do mundo inteiro, claro. Afinal, se formos pensar neste aspecto em específico, em terra de Google+ e LinkedIn, quem tem um passarinho é rei.

Com informações de: MSPowerUser, Recode, TechCrunch

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