Mesmo em versão gratuita, Apple Music ainda requer cartão internacional

Por Redação | 30 de Junho de 2015 às 14h22

A hora do almoço nesta terça-feira (30) não foi apenas aquele momento feliz para os trabalhadores brasileiros, mas também o período escolhido pela Apple para liberar, também no Brasil, o Apple Music. O serviço, que chegou junto à atualização 8.4 para o iOS, chega com uma oferta de três meses gratuitos para atrair usuários, mas mesmo assim, não deixa de exigir as informações de pagamento do usuário.

Para poder usar todos os serviços do Apple Music, o usuário precisa de um cartão de crédito internacional – que pode ser o mesmo já cadastrado para contas na iTunes Store. Assim, é criado um sistema de renovação automática, no qual, após o fim dos três meses de testes, a assinatura é cobrada automaticamente a cada mês.

Apple Music assinar

Para não ser cobrado, o usuário precisa fazer o cancelamento manual do serviço 24 horas antes que o período de gratuidade chegue ao fim. É o mesmo método utilizado por outras empresas de streaming, como Netflix e Spotify, não apenas para tornar o processo de renovação automatizado e transparente, mas também para, quem sabe, lucrar com o esquecimento dos usuários que, eventualmente, apenas se cadastraram para aproveitar o serviço enquanto ele estava de graça.

Aprenda como funciona um cartão pré-pago para compras internacionais

No Brasil, o Apple Music custa US$ 4,99 (cerca de R$ 15) por uma assinatura individual, ou US$ 7,99 (cerca de R$ 32) por um plano familiar, compartilhado com até seis contas. Em ambos os casos, a assinatura dá acesso a todo o portfólio do serviço, com milhões de músicas, e a possibilidade de download para o dispositivo, para ouvir desconectado, além da rádio Beats 1 – também acessível por quem não é membro.

Fonte: Apple

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