Mark Zuckerberg quer internet mais rápida nas escolas públicas dos EUA

Por Redação | 21 de Novembro de 2015 às 14h15
photo_camera Divulgação

Um dos principais objetivos de Mark Zuckerberg neste momento é levar internet a áreas menos favorecidas. Além de trabalhar para entregar conectividade em locais remotos do globo, o fundador do Facebook quer ver esse ideal sendo aplicado perto de casa, e para fazer isso, está doando US$ 20 milhões para um projeto focado em levar banda larga de alta velocidade para as escolas públicas dos Estados Unidos.

A benfeitoria foi feita por Zuckerberg ao lado de sua esposa, Priscilla Chan, à Education Super Highway, uma ONG que trabalha no sistema público de ensino e é focada em métodos personalizados de educação. Essa, inclusive, é outra área com na qual o fundador do Facebook vem investindo pesado, pois acredita que todo o sistema escolar deve ser repensado de forma a melhor preparar os alunos para os desafios do mundo moderno.

De acordo com dados do governo americano, 93% das escolas dos EUA têm conexão à internet com computadores dentro da sala de aula. Apesar disso, apenas 70% dos professores disseram utilizar as máquinas durante o ensino, e um número ainda menor enxerga isso como algo realmente relevante. A maior reclamação é a lentidão das conexões, o que impede o acesso rápido a recursos online ou a exibição de vídeos e filmes por streaming.

É justamente esse panorama que o fundador do Facebook deseja mudar. Para ele, as crianças e adolescentes de hoje trabalham na velocidade da internet e, sendo assim, precisam de métodos educacionais que estejam de acordo com esse ritmo. E está aí algo que o ensino público dos Estados Unidos não vem sendo capaz de alcançar.

Além da doação, a segunda feita à instituição, Zuckerberg e sua esposa estão dando início a uma iniciativa chamada The Primary School. Liderada por Chan, a organização quer melhorar a qualidade do ensino público ao entregar não apenas educação tradicional, na sala de aula, mas também apoio médico e orientação às famílias, de forma a reconhecer melhor o potencial de casa estudante e trabalhar a partir disso. O projeto começa a funcionar em agosto do ano que vem.

Fontes: Mark Zuckerberg (Facebook), Mashable

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