Líderes de BI focarão em auxiliar empresas em arquitetura e plataforma corretas

Por Redação | 06 de Junho de 2013 às 16h48
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Business Intelligence e analíticos de negócios devem ser ampliados para apoiar o grande crescimento de fontes de dados, afirma um levantamento recente do Gartner. Segundo a empresa de pesquisa de aconselhamento de tecnologia, os líderes de BI devem adotar uma ampla gama de informação para auxiliar empresas a investir em arquiteturas e plataformas certas. Além disso, três tendências devem ser consideradas por equipes de TI no futuro próximo.

A primeira é que, até 2015, cerca de 65% dos pacotes de aplicações com analíticos avançados terão o framework open-source Hadoop embutido. Conhecida por sua facilidade para lidar com dados mal estruturados, de comportamento, de texto e consultas com base em tempo, a base Hadoop deve passar a fazer parte de cada vez mais pacotes de aplicações para funções de análises. Segundo o Gartner, até agora, as ofertas de aplicações em nuvem são as mais comuns.

Além disso, o Gartner afirma que até 2015, 30% dos projetos analíticos vão entregar insights com base em dados estruturados e não estruturados. Na medida que empresas se esforçam para obter insights de novas e diferentes fontes de dados, os analíticos de negócios devem mudar seu foco atual em ferramentas para gerenciamento, armazenamento e analise de dados estruturados.

A expectativa é que o "hype" ao redor do Big Data leve ao desenvolvimento de novos produtos para lidar com a variedade de informações e com novas abordagens para relacionar, corelacionar, gerir, armazenar e encontrar novas ideias em dados variados. De acordo com analistas da empresa, cada vez mais companhias estão explorando e combinando insights de repositório de dados como e-mails, textos, vídeo, áudio e mídias sociais para explorarem novas oportunidades de crescimento.

Pro fim, em 2016, cerca de 70% dos fornecedores líderes de BI terão incorporado habilidades de compreensão de linguagem e fala em seus programas. Embarcados na onda de mobilidade, desenvolvedores atualmente focam suas aplicações em aparelhos móveis, como tablets e smartphones, nas adaptações mais tradicionais de touchscreen, como "arratar e soltar", bem como de "apontar e clicar".

Entretando, nos próximos anos, esse provedores devem alcançar os assistentes virtuais, que vão permitir comandos básicos de voz para as interfaces padrão. Em seguida, devem chegar a estes programas o processamento de linguagem de fala ou texto em consultas SQL. Em última análise, "assistentes de analíticos pessoais" serão capazes de mostrar o entendimento do contexto do usuário e até oferecer diálogos.

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