LG registra lucro em 2015 e vê novos aparelhos como oportunidade de crescimento

Por Redação | 26 de Janeiro de 2016 às 12h36

Apesar dos lucros registrados, a LG não se mostrou muito satisfeita com os resultados apresentados ao final de 2015, tanto em relação ao último trimestre quanto ao ano passado como um todo. E ao revelar um faturamento de US$ 48,8 bilhões e lucros na casa dos US$ 1,03 bilhão, a companhia deposita sua confiança em novos lançamentos do mercado mobile e um enxugamento dos gastos.

Na revelação de seus resultados para a imprensa, a LG citou dificuldades nos mercados mobile e de televisores como fatores que contribuíram para os resultados abaixo dos registrados no ano anterior. Em 2014, por exemplo, o faturamento total foi de US$ 50,98 bilhões, com lucros de US$ 1,58 bilhão. O que se repetiu, entretanto, foi o sucesso da divisão de equipamentos domésticos e ar-condicionado, mais uma vez citada como a grande estrela dos números.

A expectativa para 2016, entretanto, é que esse cenário se torne ainda mais difícil, principalmente no mercado mobile. A chegada de modelos premium pelas mãos de competidores contrasta com a concorrência de fabricantes menores, principalmente nos mercados asiáticos, e o temor é que a LG acabe prensada em meio a essas duas tendências, com pouco espaço para manobra.

A forma de lidar com essa situação, entretanto, se dá por meio de mudanças internas, reduzindo o custo de fabricação e lançamento de produtos, e externas, com a expectativa de chegada de pelo menos dois modelos de ponta às prateleiras em 2016. Mais detalhes sobre os smartphones não foram revelados, mas a expectativa é de continuidade de linhas atuais, consideradas as meninas dos olhos da LG.

No quarto trimestre de 2015, a fabricante registrou um aumento de 3,8% no faturamento total em relação ao mesmo período do ano anterior. Por outro lado, fatores regionais, cotações internacionais e a já citada competição foram responsáveis por uma pequena queda nos lucros, de 4,7%. O resultado, entretanto, era esperado, e por mais que alguns setores, como o de equipamentos para a casa, tenham sido destaque com mais de 50% de aumento, outros, como mobile e entretenimento doméstico, ficaram aquém do antecipado, com pouco mais de 10% de melhoria nos números.

Fonte: LG

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