HP explora chips de "memória persistente" para ganhar mais velocidade de dados

Por Redação | 04 de Abril de 2016 às 19h57

Na tentativa de se diferenciar em meio as demais fabricantes de computadores, a Hewlett Packard Enterprise (HPE) está apostando em uma nova abordagem de memória de computadores que pode trazer melhorias drásticas na velocidade de processamento de grandes quantidades de dados.

A carta na manga da empresa é conhecida como "memória persistente", um tipo de chip de memória criado a partir da junção de dois outros. Atualmente, a empresa não é a única a explorar a combinação, mas, ao que tudo indica, ela será a primeira a tirar proveito da novidade.

Além da HP Enterprise, outras companhias que têm interesse na memória persistente incluem o grupo Oracle e os fabricantes de componentes da Super Micro Computer Inc. (Micron Technology Inc., SanDisk Corp., Netlist Inc. e a unidade Sanmina Corp. da Viking Technology).

A memória persistente envolve colocar ambos tipos de chips nos cartões – os chamados DIMMs, para módulos de memória de linha direta – que tipicamente são usados para ligar DRAMs nos servidores. A conexão usada para esses cartões é muito mais rápida do que aquelas utilizadas em SSDs.

Nos últimos dois anos, os fabricantes utilizaram em grande quantidade chips chamados de memória aleatória de acesso, ou DRAM (na sigla em inglês), que agem como um caderno de rabiscos que guarda temporariamente dados que os programas usam com grande frequência. A tecnologia é muito rápida, mas é cara e tem uma desvantagem: a informação é perdida quando o sistema é desligado.

Fonte: The Wall Street Journal

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