Google baixa mais os preços de computação na nuvem para competir com a Amazon

Por Redação | 19 de Maio de 2015 às 16h41

Na última terça (19), o Google realizou mais um ataque na "guerra do cloud" e anunciou uma redução de preços de até 30% nos seus serviços de computação na nuvem para empresas, além de introduzir uma nova instância para uso instantâneo de recursos a preços reduzidos. O corte maior foi no uso de máquinas virtuais, seguido pela configuração tradicional, que caiu 20%.

O corte nos preços segue o que a empresa havia dito no ano passado, quando também cortou drasticamente os preços e afirmou que ou abaixaria os valores mantendo o mesmo poder de processamento ou dobraria o poder de processamento mantendo o mesmo preço a cada 18 meses.

A nova instância chama-se "máquinas virtuais preemptivas", ou "preemptible VMs", que oferece recursos não utilizados por até 70% menos do que o preço regular das instâncias — que podem ser canceladas a qualquer momento caso o monstruoso engine do Google precise. O recurso é similar aos EC2 Spot Instances, da Amazon, mas o preço se mantém fixo. Assim, fica mais fácil para um cliente estimar os custos.

A redução nos preços é mais um capítulo na chamada "guerra do cloud", em que várias gigantes da tecnologia brigam para abocanhar o mercado cada vez maior e promissor de computação na nuvem. A líder disparada no setor é a Amazon, com seu Amazon Web Services (AWS), que está fazendo fortunas. Recentemente a empresa colocou os resultados individuais da sua divisão AWS, revelando que este é um negócio de 5 bilhões de dólares que continua crescendo.

Outros players no mercado incluem o próprio Google, a Microsoft, com seu Azure, a IBM, ainda tentando se estabelecer, e outros players menores.

Leia também: AWS: a nuvem da gigante Amazon [CT Entrevista].

Via Cloud Pro e TechRadar.

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