Fusões e aquisições no Brasil têm queda de 6% de janeiro a maio, diz consultoria

Por Redação | 14 de Junho de 2016 às 23h00
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Este ano não tem sido dos melhores em termos de fusões e aquisições envolvendo empresas nacionais. Em uma comparação direta ao mesmo período (janeiro a maio) do ano passado, em 2016 o mercado de fusões e aquisições no Brasil teve uma queda de 6% – registrando 363 transações –, segundo relatório da consultoria Transactional Travk Record (TTR) em colaboração com a Merril Corporation. As operações movimentaram R$ 61,9 bilhões.

Sobre o mês de maio, exclusivamente, no quesito transações no Brasil, também foi detectada uma redução. Das 60 operações registradas, houve, então, uma queda de 5% quando comparado ao mesmo período em 2015. Estas transações movimentaram R$ 9,53 bilhões.

Em meio às reduções relatadas, alguns setores se mostraram ativos nos processos de fusões e aquisições entre janeiro e maio, quando comparados ao mesmo período no ano passado. São eles: Distribuição e Varejo, com alta de 48%; Financeiro e Seguros, com alta de 35%; e Tecnologia, com aumento de 27%. Já as empresas de internet, referentes ao número de transações, detectaram redução de 35%.

Os americanos, que fazem parte do grupo de maiores compradores estrangeiros de empresas brasileiras, segundo o TTR, lideraram as aquisições realizadas nos primeiros cinco meses de 2016. No total, estes cinco meses somaram 29 transações e representaram uma redução de 27,5% (quando comparados ao mesmo período em 2015).

No caminho inverso, empresas brasileiras realizaram, até agora, 15 transações no exterior: Argentina, Estados Unidos, Chile, Países Baixos, Ilhas Cayman, Omã, Panamá, Colômbia e Reino Unido. Outra informação importante é que tecnologia foi o setor que mais recebeu recursos do país.

Destaque

Com relação ao mês de maio, a consultoria oferece destaque à oferta pública de aquisição de ações (OPA) da construtora BR Properties pela GP Investiments. A gestora atingiu 70% de participação na empresa de propriedades comerciais em leilão que movimentou volume financeiro de R$ 1,89 bilhão.

Fonte Valor Econômico

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