Empresa israelense volta a ser citada no caso do iPhone de San Bernardino

Por Redação | 02 de Abril de 2016 às 11h00

Novamente, a empresa israelense Cellebrite Mobile Synchronization Ltd, uma divisão da japonesa Sun Corporation, foi apontada como a responsável por hackear o iPhone do terrorista envolvido no caso de San Bernardino.

Uma nova informação foi divulgada no programa CNN Money, na última sexta-feira (01). De acordo com a notícia, um "hacker brilhante" de Seattle, nos Estados Unidos, foi responsável por reunir um grupo de engenheiros da Cellebrite, que juntos conseguiram acessar os dados do celular da Apple. A informação corrobora a reportagem do jornal israelita Yedioth Ahronoth, que já havia citado a Cellebrite como responsável pela ação.

Para reforçar ainda mais a hipótese, registros do governo mostram que a Cellebrite assinou um contrato no valor de US$ 218 mil com o FBI no mesmo dia em que o Departamento de Justiça divulgou que o iPhone do terrorista havia sido acessado.

Apesar de tudo, o método exato pelo qual os agentes do FBI conseguiram acesso ao iPhone permanece secreto. Nem a Cellebrite nem o Departamento de Justiça norte-americano confirmaram os rumores. Quem ganha com essa história toda é a Sun Corporation que viu suas ações na bolsa subirem 40% no meio dessa situação.

Via Apple Insider

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