DLM anuncia fundo de investimento no valor de R$ 250 milhões

Por Redação | 06 de Setembro de 2016 às 08h41

A DLM Private Equity, que a partir de agora passa a se chamar Oria, anunciou a abertura de seu segundo fundo de investimento no Brasil nesta segunda-feira (05). Especializada em private equity para empresas B2B, seu lançamento acontece no mesmo momento da conclusão dos R$ 175 milhões referentes aos investimentos do primeiro fundo.

Após o valor ter sido utilizado em empresas como Zenvia e Cipher, o novo investimento, de R$ 250 milhões, deverá ser gasto ao longo dos próximos três anos em operações ligadas a até oito empresas. A aprovação vem do BNDES e também de investidores do mercado de TI que participaram do processo anterior.

O novo fundo tem como foco acelerar o crescimento de empresas que apresentem faturamento líquido anual superior a R$ 15 milhões e com potencial de Ebitda acima de 20%. Além disso, a ideia é que o fomento ocorra a empresas que apresentem modelos de negócios digitais comprovados, com receita anual que varie entre R$ 30 milhões a 60 milhões.

Conforme explica Piero Rosatelli, sócio da Oria, o objetivo é encontrar companhias atuantes em Big Data, Internet das Coisas, tecnologia para o setor financeiro e para saúde. “Buscamos empresas já estabelecidas e bem posicionadas em seus mercados, com tecnologias operando principalmente no modelo SaaS que resolvam o processo de negócios de alguma cadeia de valor e, por fim, ajudem pessoas no dia a dia de suas atividades. E, o mais importante, com um time que tenha visão, capacidade de execução e ambição em crescer”.

Um dos pontos mais interessantes é que a Oria chega ao mercado com o intuito de multiplicar conhecimento e auxiliar empresas inovadoras em seu crescimento. Para isso, a companhia conta com uma equipe composta por profissionais do mercado financeiro e do setor da tecnologia. “O capital é necessário, mas não é o suficiente. Nossa atuação é baseada no aconselhamento estratégico e execução de projetos por uma equipe que entende do core business das empresas investidas, ou seja, são empreendedores falando com empreendedores“, finalizou Rosatelli.

Fonte: Convergência Digital

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