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Carl Icahn vende todas suas ações da Apple e coloca a culpa na China

Por Redação | 28 de Abril de 2016 às 23h35
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Bilionário especialista em aquisições de controle acionário nos Estados Unidos, Carl Icahn contou ao canal CNBC de televisão na quinta-feira (28) que vendeu todas as suas ações da Apple. Até o final do ano passado, Icahn possuía o equivalente a 0,83% das ações da Maçã (45,76 milhões de ações).

O montante total de suas ações valiam o equivalente a 4,46 bilhões de dólares, e o executivo teria lucrado cerca de 2 bilhões com esse investimento. O investidor, que comprou ações da Apple desde 2013, disse que essas ações já estariam desvalorizadas e decidiu vendê-las responsabilizando, principalmente, a postura do governo chinês com relação à Maçã.

“Você se preocupa um pouco – e talvez mais do que um pouco – quanto à postura da China”, disse Icahn, alegando que o governo do país “poderia tornar muito difícil as vendas da Apple por lá”. Contudo, o empresário disse que, caso a China se estabilize, ele poderia voltar a investir na Maçã.

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As vendas da Apple caíram cerca de 13% no trimestre, em comparação ao mesmo período do ano passado, e é a primeira vez que isso acontece desde 2003. Um dos motivos para esse número ter caído tanto seria justamente o mercado chinês, contando com Taiwan e Hong Kong. No entanto, em uma entrevista ao mesmo canal de televisão, o CEO da Maçã, Tim Cook, disse que ainda tem bons pressentimentos com relação à China, sensação que foi compartilhada por Luca Maestri, CFO da companhia, que disse que a empresa “permanece otimista quanto ao mercado chinês em longo prazo, e está comprometida a investir por lá”.

Fonte: CNBC

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