Apple registra novo design de fones de ouvido

Por Redação | 28.07.2015 às 11:10

Parece que a Apple está disposta a abandonar de vez os fones de plástico rígido que sempre entregou junto com seus produtos para apostar em uma ideia diferente – a de evitar que o acessório caia do ouvido do usuário durante a utilização. Pelo menos é isso o que mostra uma nova patente registrada pela empresa junto ao escritório de patentes dos Estados Unidos.

O novo design traz uma peça maleável na parte superior, feita provavelmente de borracha, capaz de se adaptar ao formato do ouvido do usuário. Na parte interior, estão as peças plásticas tradicionais, como o alto-falante, por exemplo, cobertas pela unidade e, de acordo com a Apple, presas firmemente de forma a não caírem durante um uso mais extremo.

Patente fones Apple

A imagem lembra bastante um tradicional fone intra-auricular, com sensíveis mudanças de design em relação aos diversos modelos do tipo que estão presentes no mercado. Ao contrário destes, porém, o foco da Apple parece ser firme e ao mesmo tempo confortável, sem incomodar o usuário durante a utilização prolongada, outra característica da prática de exercícios.

Além disso, a patente traz uma informação interessante. Os fones descritos poderiam se conectar ao dispositivo tanto por um cabo tradicional quanto de maneira wireless, indicando que a Apple pode estar disposta a lançar versões Bluetooth de seus tradicionais fones de ouvido.

Ou, então, pode não significar nada. O registro de patentes nem sempre é uma indicação de produtos que estão por vir e podem significar apenas medidas de proteção de tecnologia contra cópias ou para obtenção de ganhos com royalties. Por outro lado, temos aqui uma percepção geral – os fones de ouvido da Apple realmente caem dos ouvidos com muita facilidade e uma mudança que tentasse resolver essa questão é muito bem-vinda.

Caso se tornarem realidade, porém, parece improvável que os novos fones cheguem ao mercado já com a nova geração do iPhone, marcada para chegar no final do ano. Para 2016, porém, quem sabe, já que até lá daria tempo de transformar a patente em um produto real e até aprimorá-la para uso no mundo real.

Fonte: Business Insider