Apple Music vai sugerir músicas a usuários com base em MP3 baixadas da internet

Por Redação | 30 de Junho de 2015 às 11h20

Após muita expectativa, rumores e, finalmente, anúncios oficiais, o Apple Music começa a funcionar nesta terça-feira (30) com a chegada da nova atualização do iOS e a abertura de seus serviços online. Tendo o serviço de recomendações de artistas e canções como uma de suas principais características, a plataforma vai ser capaz de reconhecer não apenas o histórico online do usuário, mas também as músicas baixadas por ele.

As informações foram divulgadas de forma preliminar ao lançamento do serviço e dão conta que o Apple Music fará uma leitura do disco rígido de computadores, celulares e tablets que estejam rodando a plataforma, de forma a reconhecer quais artistas e faixas são as preferidas. Com isso, o algoritmo da plataforma será capaz de recomendar novos lançamentos, artistas semelhantes ou coisas que acredita que o usuário irá gostar de ouvir.

Sistemas desse tipo são a base da maioria das plataformas de streaming musical do mercado, que confiam não apenas nos artistas que os clientes já conhecem, mas também na descoberta de novidades que possam aumentar o engajamento deles. Listas de reprodução são montadas automaticamente e os usuários podem indicar se gostaram ou não da indicação, entregando cada vez mais dados para que o algoritmo possa se configurar e continuar indicando canções que possam agradar.

A partir desta terça, todos os interessados poderão se cadastrar para receber três meses de acesso gratuito ao Apple Music. A novidade começa a operar, inclusive, no Brasil, trazendo não apenas um catálogo de milhões de álbuns e artistas, mas também rádios online que servirão também para recomendações e descobertas de novos artistas, além de ser o grande foco de geração de conteúdo exclusivo da plataforma.

O lançamento do Beats Music por aqui está marcado para o meio-dia, no horário de Brasília, quando a Apple libera a atualização 8.4 do iOS. A programação da rádio, chamada de Beats 1, começa uma hora depois. Após os três meses de gratuidade, o serviço passa a funcionar exclusivamente por meio de assinaturas, que têm preços a partir de US$ 9,99, cerca de R$ 30, para planos individuais.

Fonte: Rolling Stone

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