Apple Music: novo serviço da Maçã deve vir com rede social para artistas

Por Redação | 14 de Maio de 2015 às 11h21
photo_camera Divulgação

A poucas semanas da Worldwide Developers Conference (WWDC) 2015, começam a vazar as primeiras informações sobre o que a Apple irá revelar em seu tradicional evento anual para desenvolvedores. Algo dado como certo pela indústria é o lançamento de um serviço de streaming de músicas que vai suceder o Beats Music. Segundo fontes familiarizadas com o assunto, a plataforma já tem um nome oficial: Apple Music.

Os informantes disseram ao site 9to5Mac que o programa terá uma espécie de rede social interna dedicada aos artistas, semelhante ao que havia no Ping, que já foi descontinuado. Aqui, cada personalidade (ou banda) poderá publicar por conta própria conteúdos relacionados a seus trabalhos, como samples de músicas, fotos, vídeos e datas de shows e apresentações. Eles também serão capazes de promover trabalhos de amigos e outros artistas.

A ideia é dar controle total ao artista sobre sua "fan page" e tudo o que é vinculado à ela. Ou seja, apenas as celebridades poderão administrar as próprias páginas, incluindo a divulgação de músicas, álbuns e itens de outros grupos em seu perfil. Já os usuários comuns poderão usar suas contas do iTunes para comentar, curtir e compartilhar postagens de suas bandas e cantores favoritos.

Os donos de dispositivos da Maçã poderão gerenciar esses conteúdos através de uma nova aba chamada "Artists Activity", que deve permitir desativar notificações vindas do Apple Music. Todo o serviço estará integrado ao sistema de música do iOS 8.4, que, assim como a Siri, deve ganhar uma reformulação em seu design. Além disso, as pessoas que têm contas no Beats Music poderão transferir toda sua biblioteca para o Apple Music sem complicações.

Segundo as fontes, a Apple está se esforçando para disponibilizar a novidade de graça e para todas as plataformas, entre elas uma versão para o sistema operacional Android. Se não conseguir, especula-se que a empresa oferecerá períodos gratuitos para testes (ainda não se sabe se de um ou até três meses), além de uma função para upload de trabalhos próprios, similar ao SoundCloud. O preço da assinatura deve ser de US$ 10 mensais e o programa não vai encerrar o funcionamento do iTunes Radio, que deve continuar operando de forma independente.

Vale lembrar que o lançamento do Apple Music não deve ser restrito aos Estados Unidos, uma vez que a companhia teria planejado lançá-lo em vários outros países já no final de junho. Mesmo com alguns supostos contratempos envolvendo gravadoras, a Apple deve mesmo apresentar a plataforma na WWDC. O evento acontece entre os dias 8 e 12 de junho, em São Francisco, na Califórnia.

Fonte: 9to5Mac

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