WikiLeaks acusa Google de facilitar acesso a e-mails de três de seus dirigentes

Por Redação | 27 de Janeiro de 2015 às 08h56
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O WikiLeaks acusou o Google de facilitar o acesso de autoridades norte-americanas aos e-mails de três dos dirigentes do site, sem avisos e durante quase três anos. Segundo a Reuters, o site acusa até mesmo o FBI de ter bisbilhotado seus e-mails.

Insatisfeitos com a descoberta, os advogados do WikiLeaks fizeram um protesto contra o Google e o Departamento de Justiça dos Estados Unidos atestando violação da privacidade e dos direitos jornalísticos de seus funcionários.

A agência de notícias afirma que recebeu uma cópia de documentos que revelam que um juiz federal foi o responsável pela solicitação destas informações. As acusações também mostram que a gigante das buscas cooperou mais do que deveria, mesmo se tratando de uma empresa que deveria velar pela confidencialidade de seus clientes.

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Entre os afetados estão os editores Sarah Harrison e Joseph Farrel e o porta-voz Kristinn Hrafnsson. As informações foram vazadas em abril de 2012 e os funcionários só teriam sido avisados no último dia 23 de dezembro.

O WikiLeaks é uma plataforma que, desde 2010, já divulgou mais de 250 mil telegramas diplomáticos e 500 mil informes militares sigilosos. Segundo eles, o alcance das investigações deve ser maior do que o admitido.

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