'Tatuagem' eletrônica monitora sinais vitais de bebês em gestação

Por Redação | 03 de Maio de 2013 às 08h40
Reprodução

Desenvolvida em 2011 por um grupo da Universidade da Califórnia liderado pelo Doutor em bioengenharia Todd Coleman, a "tatuagem eletrônica" pode passar a ser utilizada para o monitoramento e acompanhamento da gravidez de mulheres em países em desenvolvimento, afirmou o site New Scientist. Através do adesivo, que deve ser colocado na barriga da mãe, médicos poderão ler informações como atividade cerebral e batimentos cardíacos do feto com facilidade.

O grupo recebeu fundos da Bill & Melinda Gates Foundation no ano passado para o desenvolvimento da tatuagem, e agora trabalha para melhorar a captação de sinais eletrofisiológicos com ela. A tatuagem funciona como um adesivo que possui circuitos eletrônicos com a espessura de um fio de cabelo humano, que pode ser aplicado diretamente na pele.

Durante os primeiros testes, foi pedido a um grupo de voluntários que prestasse atenção em uma série de imagens de objetos aleatórios que apareciam em uma tela. Foi pedido que o voluntário contasse cada vez que uma imagem específica surgia. E sempre que essa imagem aparecia, a tatuagem registrava um novo impulso eletrônico cerebral.

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Agora os pesquisadores estão modificando a tatuagem para enviar informações wireless para um smartphone. De acordo com Coleman, a expectativa é que os adesivos possam ser usados no futuro para controlar uma prótese de membro, por exemplo.

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