Steve Wozniak visita a chinesa Xiaomi e atesta qualidade dos produtos da empresa

Por Redação | 13 de Janeiro de 2014 às 18h49

O cofundador da Apple, Steve Wozniak, deu um pulinho na China e visitou a maior fabricante de smartphones do país, a Xiaomi. O famoso engenheiro aproveitou a oportunidade para demonstrar seu apoio à empresa e aos produtos que ela vem fabricando.

"A Xiaomi possui ótimos produtos. Eles são bons o suficiente para competir no mercado estadunidense", disse Wozniak a um grupo de jornalistas que compareceram ao escritório da companhia em Pequim no último domingo (12).

A Xiaomi é conhecida principalmente pelos smartphones com Android que fabrica para o mercado chinês e asiático, mas também vende televisores inteligentes e tem planos de lançar um roteador Wi-Fi em breve. Há planos de num futuro próximo a companhia lançar dispositivos inteligentes destinados a uso doméstico e que serão controlados por smartphones.

Segundo a PC World, Wozniak foi até o escritório a convite da companhia e possivelmente foi pago para dizer que recentemente começou a usar um smartphone da Xiaomi e até agora só tem se surpreendido com ele. "Essa companhia tem uma visão muito boa do futuro. Todos os produtos feitos até agora são essenciais para este futuro", revelou.

Por outro lado, por intermédio do seu cofundador e CEO Lei Jun, a Xiaomi declarou ter grande admiração e respeito por Steve Wozniak e todo o trabalho que ele teve ao criar os primeiros produtos da Apple.

"Convidamos Wozniak a visitar a Xiaomi para que ele pudesse inspirar nossos engenheiros e encorajá-los a construir produtos competitivos que beiram a arte", disse Jun. "Essa é a abordagem que nós adotamos nos nossos últimos produtos".

Ao que aparenta, essa é mais uma forma que a chinesa encontrou para promover os seus dispositivos no mercado e preparar o terreno para uma expansão internacional que está prestes a acontecer. No ano passado ela contratou o brasileiro Hugo Barra, ex-executivo do Google, para ser seu vice-presidente global e liderar sua expansão internacional que, inicialmente, inclui planos para entrar em Cingapura e Malásia.

Wozniak, por sua vez, disse não ter conhecimento sobre a realidade do mercado chinês, mas que deposita "grandes esperanças" na Xiaomi. "Qualquer companhia que tentar entrar no mercado estadunidense enfrentará desafios, mas criar produtos acessíveis com muitas funcionalidades é a chave para o sucesso", encerrou Wozniak.

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