Stefanini IT Solutions é eleita a terceira empresa mais internacional do Brasil

Por Redação | 29.08.2013 às 13:30 - atualizado em 29.08.2013 às 22:03

A Stefanini IT Solutions conquistou o terceiro lugar do ranking de empresas mais internacionalizadas do Brasil, perdendo apenas para JBS e Gerdau. Os dados são do Ranking das Multinacionais Brasileiras 2013 da Fundação Dom Cabral (FDC), divulgado na última quarta-feira (28).

O índice de internacionalização do líder JBS, um dos maiores frigoríficos do setor de carne bovina do mundo, foi de 58,9%, seguido pela Gerdau (54,2%) e Stefanini (49,6%). A multinacional brasileira de tecnologia também foi apontada como a segunda empresa com o maior percentual de ativos fora do País (67,6%).

Para calcular o grau de internacionalização das companhias, o estudo da FDC avaliou quatro indicadores empresarias: o número de países onde as empresas possuem subsidiárias, a relação da receita bruta no exterior sobre o total, o valor dos ativos no exterior sobre o total, e o número de funcionários no exterior sobre o total.

O estudo anual da FDC está em sua 8ª edição, e a Stefanini começou a figurar nas primeiras posições da lista em 2011, quando saltou do 17º para o 2º lugar em um ranking com 46 empresas. "É muito interessante observar que a maioria das multinacionais apresentou crescimento no índice em relação ao ano anterior, como também foi o nosso caso. Isso mostra que as empresas brasileiras têm conquistado cada vez mais espaço e superado grandes desafios", afirma Marco Stefanini, CEO Global da Stefanini.

A Stefanini afirma ter sido a primeira empresa brasileira de TI a abrir uma filial no exterior, com a inauguração da operação argentina em 1996. Desde então, abriu filiais no Chile e no México, em 2000; no Peru, na Colômbia e nos Estados Unidos em 2001; na Espanha, Portugal e Itália, em 2003; no Reino Unido e na Índia, em 2006, e no Canadá em 2008.

O estudo da Fundação Dom Cabral tem como tema principal de investigação os impactos da política externa na internacionalização de empresas, e busca compreender a percepção das multinacionais com relação a ações da diplomacia brasileira e internacional.