Para a Intel, usuários serão cada vez mais dependentes de novas tecnologias

Por Redação | 25 de Novembro de 2014 às 11h43

O poder da indústria da tecnologia tem deixado muitas pessoas cada vez mais dependentes. Já não basta mais apenas um desktop: a exigência é sempre de um notebook, tablet e, claro um smartphone. E 2015 deve ser o ano da variedade de inovações em TI e novas capacidades que vão enriquecer o mundo da tecnologia.

De acordo com o futurista da Intel, Brian David Johnson, estamos vivendo em um mundo no qual todo o poderio computacional depende de telas. Ele afirma que "no entanto, à medida que avançamos rumo a 2015, veremos a próxima era da computação - a idade da computação 'sem tela', na qual o poder computacional residirá nos objetos que nos cercam, tais como relógios com GPS e eletrodomésticos conectados", relata Johnson.

Para a Intel, o consumidor precisa se preparar para novas tendências e previsões. A primeira é se apoiar na jornada em rumo à Era da Integração, ou seja, quando os nossos dispositivos estiverem ainda mais inteligentes. Já é possível observar projetos de telas dobráveis, aparelhos com alto desempenho e de baixo consumo, além de opções mais leves e que "se comunicam" automaticamente com outros objetos. Também terá uma demanda pelos recursos fotográficos, bem como imagens em alta resolução. As câmeras 3D vão inovar a forma de fazer videoconferências. Tudo isso com maior duração da bateria.

O datacenter vai deixar de ter aplicações estáticas para serem dinâmicas, e operações manuais vão se tornar automáticas. O Big Data, a personalização e os dispositivos inteligentes vão crescer em conjunto. A nota ainda cita o aplicativo Assistente Pessoal que fará com que as pessoas não pensem na ferramenta somente como um serviço, mas também como um assistente para a rotina diária. As nuvens de código aberto também serão mais fáceis de usar e produtos como o OpenStack devem facilitar ainda mais este processo.

Uma união do computador pessoal com a mobilidade dos tablets deve aumentar a procura por novos computadores, assim como o carregamento sem fio, que será um diferencial. De acordo com o pronunciamento, esse recurso ainda não estará 100% disponível nos próximos anos, mas a evolução será recorrente.

O crescimento da IoT (Internet das Coisas) deve ser grande. Segundo descobertas do IDC, esse mercado que envolve desde os vestíveis até os automotivos crescerá para US$ 7,1 trilhões até 2020. As mudanças para o próximo ano também devem incluir a substituição de senhas por biometria, além de interfaces interativas como controle de voz, digitalização da retina, computação perceptiva e carregamento sem fio.

Com a tecnologia agindo com tamanha rapidez, em poucos anos serão bilhões de usuários descobrindo a necessidade dos aparelhos no mundo todo.

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