Marissa Mayer é nomeada nova presidente-executiva do Yahoo!

Por Redação | 16 de Julho de 2012 às 20h55
photo_camera Divulgação

Marissa Mayer, uma das principais executivas do Google, foi nomeada a nova presidente-executiva do Yahoo!, fato que a torna uma das principais mulheres na liderança de empresas no Vale do Silício, nos Estados Unidos.

O anúncio surpreendeu a todos, já que nos últimos anos o Yahoo! tem perdido grandes talentos e funcionários de alto escalão para fortes concorrentes como Facebook e Google.

Marisa Miller

De acordo com o The New York Times, Marissa, 37 anos, foi uma das primeiras mulheres a ingressar no setor de engenharia do Google e um desses primeiros cargos na empresa foi com programação.

A executiva também foi responsável pelo gerenciamento dos principais produtos da empresa de Mountain View como o Gmail, Google News e Google Images. E recentemente, ela esteve presente no comitê de operações do Google, lado a lado com dirigentes sênior, responsáveis por aconselhar Larry Page e Sergey Brin.

Marissa passará também a integrar o seleto grupo de mulheres dirigentes de empresas de tecnologia junto com Meg Whitman, da HP, Virginia Rometty, da IBM e Sheryl Snadberd, chefe de operações do Facebook.

A sua participação administrativa não se restringiu ao Google. Em abril deste ano, Marissa foi convidada a participar do quadro de executivos do Walmart, sua primeira empreitada em uma empresa pública ao lado de apenas três outras mulheres.

“Estou incrivelmente animada para começar o meu novo papel no Yahoo amanhã”, afirmou Marissa Mayer em seu perfil no Twitter nesta segunda-feira, 16/7.

Segundo o USA Today, a nova presidente-executiva terá que deixar claras de imediato suas medidas e estratégias para o Yahoo!, já que os últimos quatro CEOs que circularam pela empresa não conseguiram retomar as rédeas da administração.

Além do início de Marissa Mayer no cargo, a empresa também irá anunciar amanhã os números do primeiro trimestre fiscal de 2012, que foi marcado pela demissão de grande número de funcionários. Estima-se que as demissões geraram algo em torno de US$ 375 milhões em despesas.

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