Google cria pele artifical em projeto que detecta células cancerígenas

Por Redação | 30 de Janeiro de 2015 às 17h20
photo_camera Foto: Reprodução/Google

O Google também trabalha para o benefício da área da saúde. Em outubro do ano passado, a empresa anunciou o Google X, um projeto de nanopartículas magnéticas do Google Labs que procura células de câncer na corrente sanguínea, devolvendo as informações em relatório para uma pulseira inteligente. Além disso, ele está usando pele sintética para desenvolver esta tecnologia, de acordo com o Verge.

Quando a companhia fez o anúncio do projeto, mostrou apenas como as nanopartículas faziam o seu trabalho. Agora, em um vídeo da revista the Atlantic, funcionários explicam como eles fazem com que os sinais de luz "conversem" com o dispositivo por meio de veias superficiais que ficam embaixo do pulso.

As luzes brilhantes que passam através da pele precisam de uma gama de diferentes tipos de pele e tonalidades, então os cientistas tiveram que desenvolver braços falsos com a mesma fluorescência e componentes químicos que os braços reais.

Quando questionado sobre ser estranho ter nanopartículas percorrendo a sua corrente sanguínea, Andrew Conrad, chefe do departamento de ciências da vida, respondeu que seria mais estranho ainda ter células de câncer flutuando no seu corpo e tentando te matar.

Veja o vídeo abaixo para entender melhor o processo:

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