Faturamento com propaganda móvel alcançará US$ 11,4 bi em 2013, aponta pesquisa

Por Redação | 13 de Fevereiro de 2013 às 18h43

Uma nova pesquisa divulgada nesta quarta-feira (13) pela consultoria Gartner revela que o faturamento mundial da propaganda móvel deverá alcançar US$ 11,4 bilhões (cerca de R$ 22,4 bilhões) em 2013. No ano passado, o setor faturou US$ 9,6 bilhões (R$ 18,8).

O levantamento afirma ainda que a receita do setor deve crescer 400% entre 2011 e 2016, quando deve chegar aos US$ 24,5 bilhões de faturamento anual (R$ 48,1 bilhões). Segundo a empresa, o crescimento na publicidade deve trazer "novas oportunidades para desenvolvedores de apps, redes de anúncios, fornecedores de plataformas móveis, agências especializadas e fornecedores de serviços de comunicações em determinadas regiões".

"O crescimento da publicidade móvel vem, em parte, às custas de impressos, especialmente jornais locais, que enfrentam atualmente rendimentos muito mais baixos com publicidade, como resultado de iniciativas editoriais móveis", explica Stephanie Baghdassarian, Diretora de Pesquisa do Gartner. De acordo com a pesquisa, as possibilidades de publicidade dentro de dispositivos móveis cresce não apenas com o aumento no número de usuários mobile, mas também com o avanço destes dispositivos em áreas geográficas específicas do mundo.

O crescimento acelerado de economias como a China e Índia devem contribuir para o aumento das receitas com publicidade móvel nos países, já que possuem uma classe média em ascensão, um público consumidor atraente para marcas locais e globais.

Já em mercados como a América Latina, Oriente Médio, África e Europa Oriental, o crescimento da publicidade móvel deve permanecer alinhado com a adoção de novas tecnologias nestes países e com a estabilização de economias emergentes. A pesquisa destaca a Rússia, o Brasil e o México como os principais mercados que devem nortear a publicidade nestas regiões.

Ainda segundo a pesquisa, o principal modo de distribuição de propaganda deve mudar em 2015, quando as propagandas de web (dentro de navegadores, por exemplo) em dispositivos móveis deverão superar as propagandas dentro de aplicativos.

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