Estudo aponta que as organizações não estão preparadas para os novos rumos da TI

Por Redação | 30 de Maio de 2014 às 13h08

A maioria das empresas não está preparada para suprir a crescente demanda por serviços como computação em nuvem, big data e soluções para dispositivos móveis e mídias sociais, de acordo com um estudo realizado pela IBM.

A pesquisa, que tomou 19 organizações em 18 países como base, foi divulgada na semana passada na conferência Edge2014, que foi realizada pela companhia entre os dias 19 e 23 de maio em Las Vegas, EUA.

O estudo, baseado em entrevistas com 750 executivos, demonstrou que 7 em cada 10 empresas reconhecem a importância da infraestrutura em TI para manter a competitividade, e 62% dos entrevistados alegam que suas companhias têm planos de investimento para os próximos 18 meses nas áreas citadas. No entanto, menos de 10% estariam devidamente preparadas para a demanda dos novos recursos tecnológicos.

De acordo com o estudo, 46% dos entrevistados disseram que enfrentam desafios com a eficiência do movimento de grandes quantidades de dados entre espaços geográficos distantes. Outro relatório indica que 43% têm bastante dificuldade com a manutenção de um ambiente seguro, e 43% também alegam que é difícil aliar a redução de custos com a eficiência de um ambiente de armazenamento global.

E apesar de a maioria ter investimentos planejados para essas áreas, apenas 22% têm uma estratégia bem definida do que será implementado.

A IBM está entre as empresas que tem tentado resolver a confluência de dispositivos móveis e computação em nuvem, e vê no Big Data um dos maiores motores para impulsionar as mudanças na infraestrutura das novas tecnologias.

"Os novos recursos criam uma necessidade urgente de incrementar novas soluções para manter o resultado dos negócios", disse Tom Rosamilia, vice-presidente sênior da IBM. E as empresas mais inovadoras hoje estão percebendo que o bom uso dessas tecnologias pode colocá-las um passo à frente da concorrência.

Os números divulgados pela IBM ainda são preliminares e o estudo completo será publicado em julho, de acordo com a empresa.

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