Em 2016, o Brasil pode chegar ao Top 5 do e-commerce mundial

Por Redação | 23 de Janeiro de 2013 às 19h25
photo_camera Mashable

Bons ventos sopram para os lados do e-commerce brasileiro, que tem apresentado uma expansão notável nos últimos tempos. De acordo com uma pesquisa realizada pela T Index, da consultoria italiana Translated, o país deve ocupar o 4º lugar no ranking mundial de comércio eletrônico em 2016.

Atualmente, o país ocupa a sétima posição nesse ranking, com 3,1% de participação no movimento do e-commerce mundial em 2012. A previsão é que daqui a quatro anos o Brasil chegue à marca dos 4,3%, o que o colocaria na quarta posição, deixando França, Reino Unido e Alemanha para trás.

No fechamento do ano passado, a liderança do comércio eletrônico ao redor do mundo ficou com os Estados Unidos, país responsável por 22,5% das vendas, seguido pela China (13,5%) e Japão (6,3%). Se as projeções se concretizarem, em 2016 a China ficará com o primeiro lugar.

O país asiático deve ultrapassar os norte-americanos e assumir 20,1% do mercado de comércio online daqui a quatro anos, enquanto os Estados Unidos devem enfrentar uma queda no período, ficando com apenas 15,6%. A Rússia deve subir da oitava para a sexta posição, com uma variação de mais de 27,5%. A França desce uma posição, com uma variação negativa de 2,9%.

A projeção é do 'T-Index 2015', índice estatístico que indica a participação em vendas online de cada país no mercado mundial, associando a população na internet ao PIB per capita estimado.

Na última semana, a Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm) divulgou os dados das vendas do e-commerce no Brasil em 2012, gerando um total de R$ 24,12%. As previsões para 2013 também são otimistas: espera-se que o comércio eletrônico no país aumente 35% em relação a 2012.

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