Aumento da produtividade demanda atualização dos PCs e dispositivos corporativos

Por Colaborador externo | 29 de Novembro de 2013 às 08h30

* Por Carlos Luzzi, da Intel

Não há dúvidas de que as empresas, de PMEs a grandes corporações globais, vêm intensificando suas pesquisas em melhores práticas de TI relacionadas ao ciclo de vida dos PCs corporativos. O objetivo é, principalmente, gerar melhor valor comercial, maior produtividade e economia.

Tornar as operações mais eficientes, oferecer os melhores serviços e investir recursos em novas estruturas e capacidades empresariais dependem do gerenciamento do ciclo de vida de todos os PCs. Mais do que nunca, é fundamental que as empresas tenham sistemas seguros e práticas consolidadas para garantir um bom trabalho aos seus executivos. Sabemos que a mobilidade corporativa é a nova tendência a ser explorada, mas requer boas políticas de TI tanto para as empresas, quanto para os funcionários.

Os departamentos de TI sofrem pressão para fazer mais com menos, mas o grande desafio é conseguir o equilíbrio entre ambiente computacional seguro, novas tendências da mobilidade e o BYOD (traga seu próprio dispositivo, na sigla em inglês), levando em conta a limitação de orçamento.

Acreditar que o adiamento da compra de PCs pode economizar dinheiro, se considerarmos somente o curto prazo, é válido, mas se pensarmos em longo prazo, aumenta o custo total durante a vida útil de um computador. O mais recomendado, neste caso, é que as empresas tracem um plano de atualização dos PCs e dispositivos móveis a cada dois ou quatro anos, reduzindo custos de assistência técnica para os equipamentos.

Com os funcionários cada vez mais móveis, torna-se natural gerenciar projetos a partir de dispositivos pessoais ou corporativos, seja smartphone, tablet, ou o PC principal. Este modelo, no entanto, leva os responsáveis pela TI das empresas a aprimorarem as redes, a capacidade de processamento e toda a segurança dos dados e acessos.

A mobilidade atualmente é reconhecida como um multiplicador da produtividade e ferramenta fundamental para intensificar o relacionamento com o cliente, sócios e outros stakeholders. Nota-se que a maioria das empresas já reconheceu este fato, mas ainda não está totalmente preparada pelos departamentos de TI. De acordo com um relatório recente sobre a Segurança da Mobilidade Empresarial, da Dimension Data, 73% das empresas entrevistadas não contam com políticas definidas sobre a mobilidade. O relatório levou em consideração mais de 1.600 organizações com mais de 250 funcionários em 22 países da Ásia, Europa, Oriente Médio, África e América.

No mesmo estudo, observou-se que enquanto 79% das empresas estão adotando dispositivos móveis como ferramentas para os negócios entre suas prioridades globais, apenas 29% delas se preocuparam em testar seus principais sistemas e aplicativos para comprovar que eles são úteis nos diferentes dispositivos.

Entre os desafios ao construir ou implantar uma estratégia de mobilidade, a segurança da informação e a privacidade são os maiores obstáculos para 77% do total. Somente 32% realizam auditorias de segurança nos aplicativos afetados pelos dispositivos móveis.

Diante do atual cenário de mobilidade corporativa, banda larga, redes confiáveis e segurança entre todos os dispositivos, a demanda por departamentos de TI com posturas proativas e antecipadas em relação aos funcionários aumenta significativamente. Os executivos da área precisam trabalhar à frente dos outros departamentos para oferecer tecnologias adequadas e capazes de gerar economia e eficiência, além da satisfação de todos.

No geral, as tendências são as mesmas: Todos estão procurando uma vida e uma rotina 100% conectada e fácil, ao alcance de suas mãos.

* Carlos Luzzi é diretor para o segmento corporativo da Intel no Brasil

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