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Apple quer reduzir ainda mais o preço das assinaturas de streamings musicais

Por Redação | 03 de Outubro de 2014 às 12h45
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Um dos grandes motivos pelos quais os serviços de streaming de música caíram no gosto do público – além da facilidade de acesso e a ausência de necessidade de download – é o preço. Muitos deles são gratuitos, e com uma assinatura de poucos dólares, é possível se livrar dos anúncios. Mas a Apple não está gostando muito desse modelo e quer vê-lo modificado no ano que vem.

O foco, claro, é sua própria plataforma, a Beats Music, adquirida há alguns meses. Hoje, a assinatura do serviço custa US$ 10 (cerca de R$ 24), um valor que a empresa considera alto e quer ver baixando no futuro bem próximo. E, para modificar esse quadro, está tentando falar com gravadoras, artistas e empresas da indústria fonográfica.

De acordo com as fontes ouvidas pelo Recode, as conversas estão em seus estágios iniciais, e a ideia é que seus primeiros frutos comecem a surgir a partir do segundo trimestre de 2015. Esse tipo de contato com gravadoras, inclusive, teria sido um dos motivos pelos quais a Apple não apenas trouxe a Beats Electronics e todos os seus serviços para seu portfólio, mas também incluiu Dr. Dre e Jimmy Iovine em seu quadro de funcionários.

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A dupla – um rapper e um produtor – tem ampla experiência no mercado fonográfico. Com eles, conversas, concessões e até novas ideias podem surgir com muito mais facilidade. A participação dos dois torna as coisas muito mais simples e permite, pelo menos na teoria, um andamento mais rápido nas negociações.

Agilidade é exatamente o que a Apple precisa neste momento, enquanto vê os números de seu serviço de download digital de músicas caindo. Na mesma medida, cresce o faturamento dos serviços de streaming, seja por meio de anúncios ou assinaturas. É um bonde que já partiu e começa a pegar velocidade, enquanto a Maçã, apenas agora, começa a correr atrás dele.

Oficialmente, a companhia não confirmou as negociações. Mas já comentou sobre o assunto no passado, afirmando que, justamente, a compra da Beats Electronics representa um passo significativo nesse mercado, já que trata-se de um serviço já pronto e funcional, que exclui a necessidade de criar uma plataforma.

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