Apple quer melhorar duração da bateria em seus dispositivos

Por Redação | 31 de Março de 2015 às 12h46
photo_camera Divulgação

“Pensar em ideias inovadoras que melhorem a vida útil das baterias, ao mesmo tempo em que entregam uma grande experiência para o usuário”. É essa a descrição – e também o desafio – de diversas vagas de emprego abertas pela Apple nesta semana. A empresa procura engenheiros, desenvolvedores de software e outros especialistas e tem um objetivo claro: aumentar ainda mais a autonomia de toda sua linha de dispositivos.

Ao todo, são nove posições abertas, todas na unidade de Cupertino da companhia. E, claro, já se especula que elas estejam relacionadas à produção das novas linhas de iPhones e iPads, que devem ser lançadas entre o final deste ano e o início do próximo. Mas existem também empregos ligados aos MacBooks, apesar de o foco aqui ser, aparentemente, os dispositivos que rodam iOS.

A Apple procura, por exemplo, um desenvolvedor de software que tenha especialização em autonomia de bateria e engenheiros especializados em software e no sistema elétrico de dispositivos móveis. Além disso, ela está querendo ampliar seu time de produção de firmwares, provavelmente em busca de versões mais econômicas de seus sistemas operacionais, e um design para criar o próprio corpo da bateria, provavelmente em busca de uma adequação maior entre potência e espaço no corpo dos iPhones mais finos e com tela maior.

São estes dois fatores, inclusive, que representam os maiores desafios. O modelo 6 Plus e seu display gigante, por exemplo, consomem mais energia, mas na mesma medida, também aumentam o espaço físico para a colocação de componentes maiores em seu interior. Na mesma medida, novas iterações precisam de mais memória RAM e processadores mais robustos, que acabam aumentando um potencial gasto energético. É justamente lidar com tudo isso, entregando usabilidade e autonomia na mesma medida, a missão dos especialistas a serem contratados.

Ainda, a bateria vem sendo um ponto de discussão também em relação ao Apple Watch. A ideia de usar um relógio de pulso não necessariamente se encaixa com a noção de recarregamentos diários, mas eles serão necessários quando o produto chegar às prateleiras, pelo menos em sua primeira versão. É possível que essa situação mude com novas versões do produto, apesar deste ainda ser um ponto bastante completo não apenas para a Maçã, mas também outras fabricantes de smartwatches.

A Apple, como sempre, não entra em detalhes em relação a esse tipo de desenvolvimento, apesar de falar de maneira mais técnica sobre tais aspectos em alguns de seus eventos, como a WWDC, por exemplo. É nestas ocasiões que, quem sabe, a gente veja alguns dos desenvolvimentos relacionados aos possíveis contratados de agora.

Fonte: Apple Insider, Apple

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