Apple procura desenvolvedores do Google Maps para corrigir erros do seu serviço

Por Redação | 24.09.2012 às 11:56

O aplicativo Apple Maps, lançado juntamente com o iOS 6, mostrou não ser muito eficiente. Por isso, a Apple estaria procurando por desenvolvedores de ponta do Google Maps para corrigir os erros do seu próprio serviço de mapas e localização. As informações são do TechCrunch.

Com o lançamento do Apple Maps, a empresa de Cupertino visa se distanciar do serviço do Google, porém, uma versão do Google Maps para o iOS 6 já está pronta aguardando a aprovação da Apple. Muitos usuários do sistema não veêm a hora de poder ter o antigo serviço de volta em seus smartphones.

A Apple quer resolver os problemas do seu Maps o mais rápido possível e está a procura de desenvolvedores com posições chaves no departamento de mapas do Google para efetuar a correção do seu aplicativo. Para conquistar esses profissionais, a companhia está oferecendo salários competitivos e algumas facilidades como, por exemplo, a cobertura de todos os custos da mudança para Cupertino.

Apple Maps vs Google Maps

Especialistas acreditam que a Apple ainda deverá investir muito para criar um produto de mapeamento competitivo

E, ao que tudo indica, muitos funcionários estão interessados em mudar para a Maçã, já que o Google Maps é um produto consolidado e precisa apenas de atualizações. Além disso, a chance de trabalhar na Apple, atualmente a empresa de tecnologia mais valiosa do mundo, deve ser algo tentador.

"A Apple ainda tem muitas coisas para recuperar se ela quiser construir uma plataforma robusta de mapeamento para competir com o Google Maps, por isso não me surpreende que ela irá sair do seu caminho para atrair antigos e atuais funcionários do Google Maps. No Google Maps, sabemos que os dados são importantes, prioridades de renderização, buscas por palavras-chave e como a experiência do usuário deve ser. No entanto, a Apple precisa encontrar uma maneira de obter seus próprios 5 milhões de quilômetros de dados, fazer parcerias com pessoas certas e gastar uma fortuna com dados licenciados", afirmou uma das fontes consultadas pela publicação.