Apple deve lançar programa de troca de aparelho velho por novo em 30 de agosto

Por Redação | 29 de Agosto de 2013 às 11h00

Parece que as operadoras de telefonia não são mais as únicas empresas interessadas em ajudar os usuários a trocar o smartphone velhinho por um modelo mais atual. Rumores dizem que funcionários da Apple Store estão sendo treinados para o programa de trade-in da empresa que, supostamente, será lançado no dia 20 de agosto.

Há pouco mais de dois meses, a Bloomberg noticiou que a Apple havia fechado uma parceria com a Brightstar Corp., uma distribuidora de telefones móveis, para executar seu programa de trade-in. Agora, o TechCrunch diz que o programa de treinamentos de funcionários para executar as "trocas" nas lojas já está acontecendo, e que a fase piloto está em andamento em algumas Apple Stores dos Estados Unidos. O site alega que o programa de trade-in não deve estar disponível em todas as lojas de varejo da empresa.

O programa funciona da seguinte forma: um cliente leva seu iPhone que ainda está funcionando – e sem danos causados por líquidos – até uma Apple Store, e então responde a algumas perguntas por meio de terminais Easy Pay (que são basicamente iPods touch com leitores de cartão de crédito). Depois dessa avaliação, o usuário receberá um crédito na loja física da Apple correspondente ao valor avaliado de seu iPhone e poderá usá-lo para comprar outro dispositivo.

Este tipo de transação é comum nos Estados Unidos, onde as grandes operadoras locais oferecem até US$ 200 por iPhone 4 ou 4S. O TechCrunch diz que o novo programa da Apple poderá oferecer o mesmo valor para quem quiser trocar seu iPhone "velho", mas é claro que a quantia depende do estado do dispositivo.

Os programas de trade-in, pelos quais a empresa oferece crédito na compra de um novo aparelho, são usados para apoiar as vendas de um novo dispositivo em mercados maduros, como os Estados Unidos, onde os clientes em potencial já possuem um smartphone. Em seguida, os iPhones usados geralmente são recolhidos e revendidos em mercados emergentes (alô, Brasil!), onde a participação da Apple é menor e a demanda por dispositivos baratos é maior.

Fique por dentro do mundo da tecnologia!

Inscreva-se em nossa newsletter e receba diariamente as notícias por e-mail.