Apple inicia programa de troca de carregadores falsos por originais a US$ 10

Por Redação | 06.08.2013 às 15:40
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Após dois acidentes envolvendo iPhones e carregadores falsos na China, a Apple começou a investigar os casos e lançou uma página com informações para os consumidores chineses sobre os carregadores da empresa, pedindo que os usuários sempre optem pelos acessórios originais. Agora, a Maçã iniciou uma campanha de troca dos carregadores terceiros ou falsos por originais.

"Relatórios recentes sugeriram que alguns adaptadores de terceiros e falsificados podem não ter sido fabricados de forma adequada, podendo resultar em problemas de segurança. Embora nem todos os adaptadores de terceiros tenham problemas, estamos anunciando um programa de devolução de adaptadores USB de energia para permitir que clientes adquiram adaptadores projetados adequadamente", afirmou a empresa em sua página oficial. "(...) A partir do dia 16 de agosto, se você tem alguma preocupação referente aos seus adaptadores USB, poderá deixá-los em uma Apple Retail Store ou em um Centro de Serviço Autorizado Apple. Nós iremos assegurar que estes adaptadores sejam eliminados de uma forma ambientalmente amigável".

A Apple venderá novos adaptadores USB originais por US$ 10 (R$ 23) por tempo limitado para as pessoas que desejam trocar seus carregadores. Para participar do programa, os clientes deverão levar seus adaptadores até uma loja da empresa ou centro autorizado junto com seu iPhone, iPad ou iPod para que o novo cabo seja vendido e cadastrado com o número de série do seu aparelho. O programa é válido para apenas um adaptador para cada iPhone, iPad ou iPod que o usuário possuir e até o dia 18 de outubro deste ano.

Por enquanto, o programa não aparece listado na página de reparo e troca da Apple no Brasil, mas em nota oficial enviada ao site MacMagazine, a empresa afirmou que está trabalhando para levar o programa a todos os países que atua, primeiramente, à China no dia 9 de agosto, e depois em outros países no dia 16 de agosto. O valor da troca no Brasil ainda não foi definido.