Apple Watch: possíveis especificações do relógio inteligente da Maçã vazam

Por Redação | 23 de Setembro de 2014 às 11h26
photo_camera Divulgação

Durante o evento de anúncio do Apple Watch, a empresa preferiu focar mais em funcionalidades do que em aspectos técnicos, falando muito sobre o que o aparelho é capaz de fazer e quase nada sobre o que está em seu interior. Mas, agora, uma análise da cadeia de produção feita pela firma de investimentos e pesquisa Cowen and Company parece ter revelado pelo menos alguns dos aspectos internos do relógio inteligente da Maçã.

De acordo com as informações publicadas pelo Apple Insider, o Watch deve vir em versões padronizadas com 512 MB de memória RAM e armazenamento interno de 4 GB, sem possibilidade de expansão, como já é característico da companhia. Além disso, variantes de 8 GB podem acabar chegando ao mercado, talvez como parte de edições especiais ou então nas versões de mais alto valor do dispositivo.

Entre os fornecedores estão a Samsung, a Micron e a Hynix, que serão responsáveis pela fabricação das memórias RAM. Já a produção do chip de processamento estaria nas mãos da Broadcom, que utilizaria o mesmo componente BCM43342 que é usado no iPhone 5S para garantir acesso a uma série de tecnologias sem fio, principalmente o acesso a GPS via rádio.

É aqui que as informações ficam um pouco estranhas já que, segundo a Apple, o Watch precisa ser conectado a um smartphone da marca para utilizar funções de localização, por exemplo. O Apple Insider levanta duas hipóteses: estamos diante de mais uma edição especial, que teria o GPS individual, ou então essa função será desabilitada como uma forma de economizar bateria e permitir que, no futuro, upgrades sejam feitos sem a necessidade de construir novos componentes.

Além disso, o relatório fala sobre uma nova família de system-on-chip com a maior eficiência de energia já criada pela Apple, graças a um design específico criado unicamente para o smartwatch e que não poderia ser utilizado em outros dispositivos. As informações sobre ele ainda são escassas, mas indicam que o Watch pode ter uma boa autonomia. Apesar disso, ainda são grandes as chances do gadget obrigar o usuário a recarregá-lo diariamente como um celular convencional.

Desde o evento de anúncio, a Apple silenciou-se e não falou mais nada sobre o Watch. A expectativa é que os relógios inteligentes, em três versões, cheguem ao mercado no começo do ano que vem. Desde já, porém, eles são vistos com grande expectativa por usuários e analistas de mercado por representarem a entrada de uma das principais empresas de tecnologia em um mercado que começa a deslanchar em todo o mundo.

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