Anúncio do novo CEO da Microsoft poderá ocorrer em breve

Por Redação | 31 de Janeiro de 2014 às 21h24

Segundo diversas fontes, a Microsoft Corporation está se preparando para anunciar, em até uma semana, seu novo CEO – que provavelmente será Satya Nadella, que já é CEO das divisões empresariais, de cloud computing e das plataformas para desenvolvedores, ou seja, uma figura importante nos escalões da empresa. Além disso, o conselho diretor estuda colocar John Thompson, um dos diretores da companhia, no lugar de Bill Gates como presidente. Mas mesmo que Gates saia da presidência, ele continuará ainda envolvido com a empresa, principalmente na área de desenvolvimento de produtos.

A procura pelo CEO tem se arrastado por quase 6 meses e teve diversos impactos na companhia, como o atraso em uma reestruturação completa para se adequar à nova realidade do mercado – principalmente no que tange os dispositivos móveis.

O indiano Satya Nadella está na empresa há mais de 20 anos, tendo chegado a Redmond em 1992 oriundo da Sun Microsystems, e desde então tem tido um papel importante na Microsoft, ascendendo à posição atual e liderando uma das divisões mais importantes da companhia.

O motivo pela provável escolha por Nadella é bem óbvio. Primeiro, ele já tem bastante familiaridade com a empresa e com a maneira como as coisas andam por lá. Seu currículo também é bem extenso, tendo diversos cursos na área de tecnologia e administração. A divisão de servidores da empresa aumentou a receita de 16,6 bilhões para 20,3 bilhões desde que ele a assumiu em 2011.

Para reforçar os rumores da escolha de Satya, outros nomes fortes que vêm de fora e estavam na corrida pelo posto de CEO foram colocados de lado, como Alan Mulally da Ford, Steven Molenkopf da Qualcomm e Hans Vestberg da Ericsson. Os outros dois nomes de dentro da companhia, Tony Bates e Stephen Elop (ex-CEO da Nokia) não foram descartados oficialmente, mas também não têm recebido mais notícias sobre a possível escolha.

A longa espera tem prejudicado a companhia e os setores tomadores de decisões. Cada chefe tem uma linha de pensamento e quer o trabalho feito de determinada maneira. Como há 6 meses não se sabe quem será o novo chefe, os setores estratégicos ficam sem poder tomar decisões que afetem a companhia em médio e longo prazo, com receio de estarem em desacordo com o pensamento do futuro CEO.

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