Adolescentes amam iPhone, mas não ligam para o iWatch, revela pesquisa

Por Redação | 09 de Outubro de 2014 às 10h44
photo_camera Divulgação

Ao andar pelas ruas da sua cidade, é muito provável que você observe uma quantidade enorme de adolescente utilizando alguma versão do smartphone da Apple, o iPhone. Esse tipo de situação é bastante clara e mostra como o produto da Maçã conseguiu se tornar um símbolo de estilo e uma fonte de desejo, um dos motivos pelo qual a empresa é tão grande dentro do seu segmento de atuação – uma das líderes, concorrendo com outras gigantes, como a Samsung.

Apesar disso, uma pesquisa chamada “Taking Stock With Teens” constatou que o amor pelo iPhone está cada vez mais forte, tanto que, hoje em dia, a vontade dos adolescentes de ter um smartphone deste tipo está mais alta do que nunca. Em abril deste ano, 67% dos jovens entrevistados nos Estados Unidos tinham vontade de comprar um celular da Apple, sendo que esse número cresceu para 73% no segundo semestre de 2014.

A porcentagem de adolescentes que já tinham um iPhone e pretendiam atualizar para uma versão mais nova também subiu, passando de 61% para 67%. Enquanto isso, a quantidade de fãs do Android também acabou favorecendo a empresa da Maçã, já que a intenção de comprar um aparelho com o sistema operacional móvel do Google caiu de 24% para 19% no mesmo espaço de tempo abrangido pela pesquisa.

Uma tendência menos óbvia é encontrada

Enquanto os dados descritos são facilmente comprovados ao se andar por um shopping, por exemplo, o estudo constatou algo bastante interessante. No primeiro semestre de 2014, 17% dos jovens entrevistados disseram que comprariam um iWatch, o relógio inteligente da Apple, por até US$ 350 (algo em torno de R$ 840, sem impostos), mas apenas 16% continuaram com a intensão de compra depois do anúncio do produto.

De acordo com o site CNET, por conta de tudo isso, a “Taking Stock With Teens” mostra que o smartwatch da Maçã não atraiu tanto jovens quanto se esperaria, talvez pelo simples fato de que o preço seja alto demais para o produto ou porque ele talvez seja considerado sem graça.

Além de tudo isso, o estudo também apontou que o Facebook está encarando uma decadência em meio aos jovens. Novamente, em uma comparação com o primeiro semestre do ano com o segundo, a quantidade de adeptos declarados da rede social caiu de 72% para 45%.

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