Apple é processada por violar patentes de tecnologias do iMessage e FaceTime

Por Jessica Pinheiro | 28 de Setembro de 2018 às 11h58
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A Apple recebeu outro processo nesta quinta-feira (27), desta vez alegando que serviços como o iMessage e o FaceTime, característicos nos dispositivos da companhia, infringem patentes da empresa finlandesa MPH Technologies.

De acordo com o processo, a MPH tentou negociar as patentes com a Apple em 2016 e 2017, mas sem sucesso. O pedido foi apresentado ao Tribunal Distrital dos Estados Unidos do Distrito Norte da Califórnia.

A MPH também menciona que o iMessage e o FaceTime utilizam, tanto no macOS quanto no iOS entre clientes empresariais e educaionais, tecnologias de criptografia criadas por ela.

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Além das tecnologias, recursos como o Handoff, a Universal Clipboard, o iPhone Cellular Call Relay e o iPhone Text Messaging Forwarding, que também usam ferramentas de comunicação segura, são mencionados no documento.

História antiga

A MPH afirma que já havia entrado em contato com a Apple por e-mail para falar sobre a violação das patentes em 2016. Além disso, a finlandesa também advertiu a companhia de Cupertino sobre uma patente nova que está sendo desenvolvida por eles e que também acabou sendo infringida.

A Apple, por sua vez, respondeu que “não acredita que uma licença seja necessária, já que as patentes declaradas não são infringidas e/ou inválidas, já que a MPH parece estar interpretando as reivindicações”.

Além disso, a Apple convidou a MPH a “fornecer uma explicação detalhada” de sua solicitação. A empresa finlandesa então retrucou dizendo que não eram alegações baseadas em conclusões, e apresentou cópias das patentes em questão. Seguido disso, representantes das duas companhias fizeram várias teleconferências para chegar a um possível acordo de licenciamento.

Em maio de 2017, a Apple afirmou que em breve enviaria uma análise sobre a suposta invalidez das patentes, mas o documento nunca foi enviado à MPH. Isso levou a empresa finlandesa a procurar a Justiça, buscando indenização (de valor não revelado) pela violação de patentes, além de uma liminar contra o uso adicional das tecnologias em questão.

Fonte: 9to5Mac

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