Tudo o que você precisa saber para começar o dia (18/07)

Por Redação | 18 de Julho de 2016 às 07h52
photo_camera Divulgação

Eis que começamos uma nova semana já com gostinho de contagem regressiva. Tudo bem que ainda falta muito tempo, mas já ultrapassamos a metade de julho e também a metade do ano, então podemos dizer que estamos de fato no segundo semestre e caminhando para o fim de 2016. Porém, não é por isso que as novidades vão ser deixadas de lado, uma vez que elas continuam chegando adoidadas por aí. Exemplo disso é que a Microsoft confirmou que a mega atualização de aniversário do Windows 10 não será lançada de uma só vez, mas aos poucos. De acordo com chefe do programa Windows Insider, Dona Sakar, o lançamento será feito em etapas e que a empresa está realizando vários testes para que tudo corra bem a partir do próximo dia 2 de agosto, quando o update começará a ser distribuído. Assim, ela explica que, se você não receber a atualização em um primeiro momento, pode ficar tranquilo, pois ela deve aparecer logo logo em seu computador.

Outra notícia bastante curiosa que apareceu por aqui foi a criação de um smartphone "diferentão". A startup chinesa Keeco Mobile desenvolveu um aparelho que abandona o formato tradicional, meio retangular, para adotar um design próximo do hexagonal. Isso faz com que suas bordas verticais fiquem com um estranho formato em “V” que, de acordo com a empresa, são perfeitas para as mãos pequenas das mulheres. A ideia é exatamente favorecer quem acha que os dispositivos atuais são ruins de serem manuseados, além de servir como status. Isso porque, na China e na Ásia como um todo, mulheres com mãos e pés pequenos são consideradas bonitas, então esse é basicamente um smartphone para mulheres lindas. Além disso, o Keeco 1 também chama a atenção pela sua configuração que, embora mediana, traz alguns destaques como a câmera frontal de 8 megapixels equipada com uma tecnologia que deixa sua pele mais “suave e delicada”.

Deixando o mercado chinês de lado para olhar para o restante do mundo, Pokémon GO continua dando muito o que falar. Isso porque a Niantic, responsável pelo popular jogo, disse que a ideia é disponibilizar o game em pelo menos 200 países muito em breve. Ela não revelou quais e nem quando, mas as expectativas que isso acontece logo por aqui, já que ninguém mais aguenta de ansiedade. E a lista vai se estreitando, já que, durante o último fim de semana, Pikachu e companhia chegaram a nada menos do que 26 países europeus de uma só vez. E, por alguma razão, surgiu um rumor de que o lançamento por aqui está marcado para o dia 22 de julho, mas não há qualquer confirmação oficial sobre isso. Será que podemos confiar ou teremos de esperar um pouco mais? Na verdade, ninguém sabe.

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Tubarão

Esqueça Sharknado: a natureza tem tubarões que nadam dentro da cratera de um vulcão sem qualquer problema

E, enquanto o jogo não chega por aqui, as pessoas ocupam seu tempo livre fazendo besteira — ou pesquisas realmente improváveis. No caso, pesquisadores enviaram uma câmera para dentro de um vulcão submerso na região das Ilhas Salomão, no Oceano Pacífico, e descobriram que tubarões vivem em uma de suas crateras. O que mais chama a atenção é que o vulcão Kavachi é bastante ativo, o que significa que a água na região é bem mais quente e ácida do que no restante do oceano. Ninguém sabe ainda o porquê dessa preferência por uma região tão perigosa e nem que tipo de adaptação eles passaram para sobreviver ali, mas trata-se de um detalhe bastante curioso da natureza.

Por fim, ainda falando em ciência e pesquisa, vamos agora ao espaço. A NASA decidiu comemorar o aniversário de um ano da chegada da sonda New Horizons a Plutão de uma maneira bastante curiosa. O que a agência espacial norte-americana fez foi criar uma simulação que imagina como seria a chegada da nave ao planeta-anão. Em breve vídeo, ela se aproveita das imagens capturadas pela New Horizons para mostrar como seria essa aproximação de Plutão, indo desde aquele ponto distante e desfocado no meio do espaço aos detalhes na superfície. Segundo a NASA, essa seria a sensação que teríamos caso estivéssemos de fato viajando até o longínquo astro.

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