Tudo o que você precisa saber para começar o dia (12/09)

Por Redação | 12.09.2016 às 08:14 - atualizado em 12.09.2016 às 08:27
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O fim de semana acabou, trazendo aquele gostinho amargo que toda segunda-feira carrega. Voltar ao trabalho é sempre algo complicado, principalmente quando seu humor não está dos melhores e precisa lidar com todas as dores de cabeça do mundo profissional. Mas fique tranquilo, pois você não é o único a passar por momentos assim, já que até mesmo os criadores dos aplicativos mais populares tem as suas segundas-feiras.

Exemplo disso é que algum desenvolvedor do WhatsApp teve seu dia ruim e decidiu descontar na Apple, escondendo xingamentos à empresa no código-fonte do app. A descoberta foi feita por usuários do Reddit, que encontraram várias vezes a frase “FUCK APPLE”, em caixa alta e tudo, espalhada pelo código fonte do APK do aplicativo no Android. A razão para tamanha revolta não foi revelada, mas acredita-se que seja reflexo das várias burocracias que a empresa tem em relação à regulamentação da App Store, o que dificulta a vida dos desenvolvedores e deve ter deixo um deles especialmente revoltado. O WhatsApp não comentou o caso, mas apostamos que muita gente compartilha da vontade de fazer o mesmo com certas tarefas de seu trabalho.

Falando em gente revoltada, as fabricantes de TV e operadoras de telecomunicações também estão bastante descontentes, desta vez com a lei que obriga as TVs digitais a utilizarem um software nacional, o Ginga, nos aparelhos. A crítica é que a plataforma foi criada para facilitar o acesso dos telespectadores a conteúdos do governo, mas acaba sendo apenas uma dor de cabeça. Segundo um levantamento, existem 150 ferramentas exclusivas para o Ginga, enquanto as SmartTVs da Samsung e da LG somam mais de 360 mil apps. E o problema é que, no fim das contas, a presença do software inútil é que ele acaba encarecendo o produto final e o consumidor paga por algo que não vai usar. Como a plataforma representa R$ 50 no preço de mercado, a sua TV nova acaba tendo de carregar esse “extra” por conta do app brasileiro. Por outro lado, há quem defenda a manutenção do Ginga, principalmente por ser algo voltado às populações carentes, as quais receberam muito bem o modelo na hora de se informar sobre o que acontece em Brasília e outros serviços de políticas públicas.

Já no mundo mobile, a polêmica (e os problemas) envolvendo o Galaxy Note7 e sua bateria explosiva continuam. Tanto que, desta vez, a Samsung emitiu um comunicado oficial pedindo para que os donos do aparelho simplesmente deixem de usá-lo imediatamente. Sim, temos uma fabricante pedindo para as pessoas desligarem e deixarem de usar seu produto. Segundo o presidente da empresa, DJ Koh, a prioridade neste momento é a segurança das pessoas e, por isso, ofereceu um programa de troca para que as pessoas possam ter um smartphone substituto que não exploda enquanto o problema não é resolvido. E a situação é realmente preocupante. Até a semana passada, 35 casos já tinham sido reportados sobre a bateria do Note7. O problema é que o aparelho já vendeu mais 2,5 milhões de unidades, o que pode fazer com que o número de novos casos continue crescendo mundo afora.

Galaxy Note7

Samsung pede para que donos do Galaxy Note7 desliguem seus aparelhos e os troquem por um que não exploda

Do outro lado do espectro, ou seja, no qual os smartphones não viram pequenas bombas em seu bolso, a ASUS lançou um Zenfone 3 Deluxe que consegue ser mais caro que um iPhone 7 — por mais absurdo que isso pareça ser. Tudo bem que é em Taiwan, mas continua sendo algo curioso. Por lá, o aparelho custa 24.990 dólares taiwaneses (cerca de US$ 791), enquanto o modelo mais barato da Apple sai por 24.500 dólares taiwaneses, ou seja algo próximo de US$ 776. E, se a diferença no valor é pouca, o mesmo não pode ser dito das configurações, já que o modelo da ASUS conta com um hardware bastante poderoso, com direito a processador Snapdragon 821, 6 GB de RAM, tela AMOLED de 5,7 polegadas e Android 6.0.1.

Por fim, temos uma nova atualização de Pokémon GO a caminho. Ainda que não esteja disponível para todo mundo, a Niantic já começou a liberar aos poucos o update que permite aos treinadores ativarem o chamado Buddy, um novo sistema no qual é possível colocar um Pokémon para acompanhá-lo em sua jornada — o equivalente ao Pikachu do Ash no desenho animado. Com isso, enquanto você caminha, o monstrinho receberá Candies para evoluir mais rápido, o que deve facilitar o desenvolvimento daqueles Pokémon mais raros. A atualização ainda traz suporte ao Pokémon GO Plus, a pulseira equipado com um pequeno dispositivo Bluetooth que permite a coleta de itens e a captura de Pokémon sem que você tenha de tirar o smartphone do bolso para isso. Outra novidade é que ele agora facilita a seleção de bichinhos pequenos na tela e passa a deixar de funcionar em aparelhos com jailbreak ou em Androids com root. E quem tentar baixar o APK ainda corre o risco de ser banido.