Programadora cria conceito de bot que conversa com os seus amigos pela internet

Por Redação | 09 de Maio de 2016 às 19h03

Os grupos estão em todas as partes da internet. Não estamos nos referindo aos quase mortos grupos de e-mail nem mesmo aos grupos do Facebook, mas, sim, aos grupos dos mensageiros instantâneos, provavelmente mais ativos do que qualquer outro espaço virtual que você habita. A lista de grupos e de serviços usados só aumenta, o que torna tudo ainda mais difícil de presenciar.

Então, como acompanhar todas as discussões em apps como Viber, WhatsApp, Telegram e Facebook Messenger? E se um robô fizesse isso por você, respondendo aos seus amigos em seu lugar quase de maneira imperceptível? É essa a ideia apresentada pela programadora Irene Chang durante a TechCrunch Disrupt Hackathon, realizada em Nova York durante o último final de semana.

A ideia elaborada por ela, ainda apenas um conceito, recebeu o nome de The Chat Bot Club e utilizaria serviços como a plataforma colaborativa Cisco Spark e a tecnologia de computação cognitiva IBM Watson para criar bots que capturariam exatamente o seu estilo a fim de trocar ideias com seus amigos quando você não puder fazer isso. Os robôs criados por Chang ficariam atentos a frases, palavras e emojis mais usados por você a fim de simular a sua participação em uma conversa online, não deixando seus amigos desamparados quando você está ocupado demais para dar atenção a eles.

Como tudo não passa de um conceito, ele ainda não está pronto para uso, tendo sido elaborado apenas ao longo de um ida à maratona de hacking do TechCrunch. Contudo, Chang espera desenvolver o projeto a fim de integrar outras APIs a ele, tornando-o compatível com os mais diversos serviços de mensagens da atualidade.

A ideia tem um misto de algo bizarro e interessante ao mesmo tempo, mas levanta dúvidas, pois, no final das contas, seria uma inteligência artificial escolhendo como se comunicar com seus amigos, usando equações matemáticas para calcular uma resposta “ideal” diante de uma indagação. Você usaria um serviço como este?

Fonte: TechCrunch

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