No mobile, acessos ao YouTube dobram a cada ano

Por Redação | 17.07.2015 às 12:07

A evolução dos smartphones e tablets, que ganham cada dia mais funções, telas maiores e, claro, usuários, os transformaram em vetores ideais para o consumo de mídia. E, se tem um grande nome nesse segmento todo, é o YouTube, que, de acordo com pesquisas de mercado, tem visto seu total de visualizações mobile dobrando a cada ano.

A informação veio no mais recente relatório financeiro da companhia, divulgado nesta semana. O Google não falou necessariamente em números, mas disse estar vendo um consumo cada vez maior de mídia por parte dos celulares e tablets. O total ainda deve estar longe do obtido pelos computadores, mas, ainda assim, representa um gráfico com cada vez mais ascensão e, acredita a companhia, sem previsão de parada pelos próximos anos.

Dados da consultoria CBO apontam que os usuários gastam cerca de 40 minutos por dia no YouTube por meio de seus dispositivos móveis. E, na medida em que aparelhos mais leves, versáteis e com telas maiores e de mais qualidade vão chegando ao mercado, a ideia é que esse total vá aumentando progressivamente, já que os aparelhos cada vez mais se tornam alternativas de tanta qualidade quanto outros produtos convencionais.

Os números exibidos pelo YouTube acompanham uma tendência do mercado como um todo, que também enxerga a adoção dos usuários caindo quando se fala em desktops e notebooks. Se um tablet, por exemplo, pode fazer (quase) tudo o que eles fazem, porque não optar pela opção mais portátil, com design melhor e que pode ser carregada por aí? E mesmo essa ideia já está sendo atacada pelos phablets e outros celulares com telas maiores, por trazerem ainda mais convergência.

No total, a audiência do YouTube subiu 60% neste ano em relação a 2014, outro número que, acredita a empresa, deve continuar a crescer com a ajuda de criadores de conteúdo famosos, o lançamento de uma plataforma dedicada exclusivamente a games, a polêmica versão infantil e outros investimentos do tipo. É o crescimento mais sólido da história do serviço e mais uma demonstração de que, para o Google, cada vez mais o futuro está nos vídeos.

Fontes: Google