É preciso ter cuidado com o que se fala em ferramentas corporativas como o Slack

Por Redação | 20 de Novembro de 2017 às 15h59
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Slack

Um número cada vez maior de empresas vem adotando ferramentas virtuais para darem conta de sua comunicação interna. Uma das mais populares do momento é o Slack, que permite mensagens diretas entre os usuários, e também oferece a abertura de canais de comunicação entre membros de uma mesma equipe. Acontece que muitas pessoas, confiando na suposta privacidade desses canais, acabam tendo posturas não muito profissionais ou éticas, sem saber que seus chefes podem monitorar legalmente tudo o que é dito por ali.

De acordo com o advogado de privacidade da Comparitech.com, "todas as comunicações podem ser registradas e monitoradas, mesmo as mensagens enviadas para outros funcionários em canais privados no Slack". Ainda, além de seus chefes, tribunais de justiça podem obter uma autorização para acessar esses conteúdos caso a empresa acabe se vendo em alguma batalha judicial.

Além disso, também existe sempre a possibilidade de membros da equipe salvarem capturas de tela do que está sendo conversado por meio da ferramenta, e isso pode gerar uma dor de cabeça danada caso haja vazamentos de informações consideradas inadequadas.

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Mas cada serviço tem suas próprias regras quanto à possibilidade de monitoramento. O Slack permite que administradores dos canais tenham acesso a mensagens privadas de acordo com o plano contratado, não sendo este um recurso disponível para as assinaturas gratuitas. Contudo, vale adotar para o ambiente virtual as mesmas regras de profissionalismo, ética e discrição que você adotaria caso estivesse conversando pessoalmente com os colegas de empresa, ou trocando e-mails. Ou seja: se você não falaria sobre determinado assunto ou não usaria certa linguagem estando no escritório, não o faça pelo Slack!

Fonte: Time

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