CEO do YouTube anuncia políticas mais rígidas para punir conteúdos prejudiciais

Por Redação | 02 de Fevereiro de 2018 às 17h15
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Segundo post de Susan Wojcicki, CEO do YouTube, no blog da plataforma, em breve a plataforma de vídeos funcionará seguindo políticas ainda mais rígidas para criadores de conteúdos considerados inadequados, o que pode prejudicar a reputação do serviço e também impactar na receita de outros YouTubers.

"Embora esses casos sejam raros, eles podem prejudicar seus colegas criadores, então queremos garantir que tenhamos políticas no lugar que nos permitam responder adequadamente", disse a executiva, usando como gancho o recente caso envolvendo o vlogger Logan Paul, que postou um vídeo mostrando o corpo de um homem que havia se suicidado. O caso gerou polêmica na rede, com o YouTube removendo o vídeo após denúncias.

Wojcicki disse também que a empresa tem "séria responsabilidade social", então busca "o conselho de dezenas de consultores especializados e terceiros" para casos como o mencionado acima, citando o exemplo de "questões com discurso de ódio, em que trabalhamos com a Liga Anti-Difamação dos EUA". Para conseguir aplicar as políticas existentes, o YouTube conta com aprendizado de máquina e policiamento humano, e isso será intensificado neste ano.

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Além disso, a CEO acrescenta que o YouTube está trabalhando em um método para melhor desmonetizar determinados conteúdos. "Trabalhamos duro para fornecer um sistema de recursos e respostas mais rápidas aos criadores quando um vídeo é desmonetizado", explica. "Ouvimos alto e claro que precisamos de um sistema melhor", continua, se referindo ao que surgirá a partir de agora. A empresa agora trabalha em revisões mais humanas do conteúdo desses vídeos.

Fonte: The Verge, TechCrunch

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