Caso Ashley Madison chega aos tribunais dos Estados Unidos

Por Redação | 25 de Agosto de 2015 às 10h44

O caso do ataque hacker ao Ashley Madison já está marcando presença nos tribunais. A companhia de relações extraconjugais vem recebendo diversos protestos nos Estados Unidos, alegando negligência na proteção de dados confidenciais dos usuários.

Ações movidas em tribunais federais nos estados da Califórnia e do Texas por pessoas que usam o nome "John Doe" como pseudônimo pedem indenização, com alegação de que a Avida Life Media, companhia responsável pelo site, não possui medidas adequadas e razoáveis para proteger os dados dos usuários e que não conseguiu notificá-los antes da invasão.

A ação movida no Tribunal Distrital dos Estados Unidos para o Distrito Central da Califórnia diz que, por volta do dia 20 de julho de 2015, os hackers fizeram o download de informações pessoais e financeiras altamente sensíveis de cerca de 37 milhões de usuários do Ashley Madison.

Então, os cibercriminosos ameaçaram vazar os dados se o site não fosse fechado, o que não aconteceu. De acordo com os acusadores, a Avid Life Media poderia ter evitado o acontecido se tivesse tomado as medidas necessárias e razoáveis.

O vazamento, que tem a autoria do grupo de hackers Impact Team, não para de trazer problemas. Nesta segunda-feira (24), a polícia de Toronto, no Canadá, informou à imprensa duas ocorrências de suicídio relacionadas à exposição dos dados do site na internet.

Existem pelo menos cinco casos arquivados de pedido de ação coletiva nos tribunais do Canadá e dos Estados Unidos.

Fonte: PC World

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