Príncipe Harry afirma que games o ajudaram em operações no Afeganistão

Por Redação | 23 de Janeiro de 2013 às 17h40
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O membro da Família Real Britânica que mais se destaca na mídia, sem dúvida, é o Príncipe Harry — graças a suas participações em festas, polêmicas e peripécias no exército. Harry afirmou em uma entrevista exclusiva para o Daily Mail que suas habilidades nos jogos eletrônicos o ajudaram na hora de combater no exército e atirar nos revoltosos do Afeganistão.

Durante a entrevista, Harry admitiu que nunca foi muito bom nos estudos, mas que supera todos os seus colegas de exército no FIFA. O príncipe é o segundo comandante em missões de ataque por helicópteros e afirmou que voar, além de seus passatempos favoritos, como Playstation e Xbox, é uma das coisas mais agradáveis que ele faz em sua vida.

Jogando seus títulos favoritos, Harry se sente muito 'útil' — declaração que pode ser facilmente transportada para o mundo real. Quando foi questionado se havia assassinado muitas pessoas em suas operações no país do Oriente Médio, Harry afirmou: "sim, matei muitas pessoas. Tire uma vida para salvar outra" — o Príncipe é o atirador de elite designado para as operações áreas do exército britânico.

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Como a mídia não é das mais amigáveis com o Príncipe, sua declaração ganhou rápida repercussão e a agência de notícias francesa France-Presse afirmou que um representante do Talibã, ao saber que Harry comparava videogames e guerra, acredita que "ele provavelmente desenvolveu algum tipo de distúrbio mental". O porta-voz ainda questionou como Harry poderia comparar a guerra, em que mais de 49 nações lutam sem sucesso contra o Talibã, com "seus jogos, Playstation ou como quer que ele chame isso".

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