Pesquisa aponta que adolescentes agora preferem YouTube a Facebook

Por Redação | 07 de Novembro de 2013 às 18h39

Que o Facebook vem deixando de ser o centro das atenções do público adolescente já não é novidade. Os próprios executivos da rede social mais popular do mundo reconheceram a queda de interesse do público jovem no site, mas não revelaram números que pudessem dar uma visão do tamanho do problema. A empresa de consultoria de pesquisa The Futures Company, no entanto, deu fim ao mistério e atribuiu números que mostram a despopularização da rede, noticiou a Info Exame.

Em sua pesquisa anual realizada em julho, a empresa entrevistou 4.014 jovens e perguntou-lhes quais são seus cinco sites favoritos. A rede social, que outrora foi citada por 48% dos entrevistados e se tornado o site preferido do público adolescente, dessa vez foi citada como o site preferido de apenas 45,2% e perdeu seu posto para o YouTube. O site de vídeos do Google foi posto no topo da lista de 50% dos entrevistados.

Outros sites também figuraram na lista, mas com participações menores: Amazon (27,8%), Google (25%), Twitter (19,5%), Yahoo (12,1%), eBay (10,7%) e Tumblr (12,3%).

Apesar da queda entre o público teen, o Facebook continua sendo o site mais popular entre o público na casa dos 20 anos, sendo citado por 55% dos entrevistados. Em segundo lugar vem a Amazon (37,5%) e o Twitter, que apresentou um crescimento modesto de 2,4% em relação ao ano passado, sendo citado por 16,5% dos entrevistados.

De acordo com o diretor de pesquisas entre jovens da Futures, Rob Callender, desse público na faixa dos 20 anos, 30,5% concordou com a sentença "eu sou viciado no Facebook". Já entre as pessoas que estão entre 12 e 15 anos, esse percentual foi apenas de 18,3%.

"Nossas descobertas realmente sugerem um enfraquecimento do Facebook, mas, apesar de tudo, é preciso ressaltar que o Facebook permanece como o site favorito entre nossos entrevistados, cuja faixa etária é de 12 a 29 anos", finalizou o executivo.

Apesar da queda de popularidade entre os jovens e de certas críticas recentes a algumas de suas ações, parece que o Facebook não irá parar de crescer tão cedo.

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