40% dos influenciadores digitais com mais de 1 milhão de fãs são mulheres

Por Redação | 29 de Setembro de 2016 às 09h34
photo_camera youPIX

O youPIX divulgou na última quarta-feira, 28, durante o youPIX COM, evento sobre conteúdo digital realizado em São Paulo, os resultados do youPIX Influencers Market 2016, primeiro estudo brasileiro sobre o mercado de influenciadores, desenvolvido em parceria com a GFK, AirInfluencers e o Meio&Mensagem.

Os principais objetivos da pesquisa são entender o cenário atual do mercado de influenciadores de redes sociais, mapear a dinâmica entre stakeholders envolvidos e identificar os desafios e tendências para este mercado.

“De dois anos para cá, influenciadores passaram a figurar com mais peso na estratégia de comunicação das marcas, o que levou o ecossistema a se diversificar e também pediu por uma maior profissionalização desse mercado”, disse Bia Granja, fundadora do youPIX.

Resultados

A pesquisa identificou que 40% dos influenciadores digitais com mais de 1 milhão de fãs é mulher. O resultado mostra que esse mercado é um dos poucos onde a discrepância entre homem e mulher não é tão grande comparado ao mercado corporativo, por exemplo, onde apenas 6,4% dos dirigentes é mulher.

Os resultados indicam ainda que 2% dos influenciadores digitais gera 54% das interações nas redes, em um total de 7,2 bilhões de interações. A rede com menor quantidade de influenciadores com mais de 1 milhão de fãs é o YouTube.

E mais, o que mais importa para as marcas na hora de contratar influenciadores é a relevância que ele tem junto a sua audiência, ou seja, número não é tudo. O estudo revela também que postagens identificadas como patrocinadas recebem 25.3% menos comentários, 12.7% menos likes e 83% menos shares.

Além dessa visão mais quantitativa, o estudo também foi fundo na análise a fim de identificar os papeis de cada stakeholder dentro desse ecossistema. Como se trata de um cenário muito novo, existe uma nebulosidade entre todas as partes envolvidas no processo de contratação de um influenciador, o que representa um grande obstáculo para o crescimento do mercado.

Por outro lado, muitas marcas ainda estão aprendendo como fazer para ter uma estratégia especifica para os influenciadores digitais. A cultura offline das marcas ainda é dominante, apesar de que já começa a ficar clara a diferença entre o que é uma celebridade e o que é um influenciador. A pesquisa completa pode ser conferida neste link.

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