No futuro, supercomputadores caberão no seu bolso

Por Conexão China | 26 de Agosto de 2014 às 06h05

Supercomputadores são máquinas enormes, usadas para processar informações muito complexas. São comuns na Bolsa de Valores, em previsões meteorológicas e em pesquisas militares e científicas.

A velocidade dessas máquinas é medida em FLOP (que são unidades flutuantes que determinam o tamanho do processamento que pode ser feito). Os maiores e mais rápidos supercomputadores do mundo vêm das nações mais desenvolvidas tecnologicamente, e a China é um dos países que mais desenvolve supercomputadores.

O Tianhe-2 é o primeiro colocado da lista com capacidade de 33,86 petaflop/s, segundo o ranking da Top500. Entre os primeiros colocados, também estão os supercomputadores Titan e Sequoia, dos EUA, com 17,59 e 17,17 petaflop/s de capacidade, respectivamente.

A capacidade do computador chinês é tanta que vale quase que a soma dos dois computadores americanos juntos (em número de petaflops/s). Isso porque ele conta com 3.120.000 de núcleos e 1.024.000 GB de memória — consumindo 17.808 kW de energia.

Vale notar que o supercomputador brasileiro mais bem colocado na lista tem capacidade de (apenas) 0,4 petaflop/s. Ele é o CIMATEC01, usado pelo Senai.

No bolso

O nome “supercomputador” faz referência ao grande tamanho das máquinas, que ocupam salas inteiras com as suas torres que têm altura de armários. Antigamente, computadores que faziam cálculos simples tinham esse mesmo tamanho.

Com a evolução tecnológica, as máquinas ficaram cada vez menores. Esse computador que realizava cálculos simples e ocupava o espaço de um andar inteiro, hoje, cabe no seu bolso.

No futuro (não tão distante), a capacidade de um supercomputador, como o Tianhe-2, vai caber no seu bolso também.

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