Novas diretrizes do Google proíbem que funcionários discutam política

Por Nathan Vieira | 28 de Agosto de 2019 às 15h12
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Nesta segunda-feira (26), a Google divulgou um memorando com as novas diretrizes da comunidade. Basicamente, com o novo posicionamento da empresa em relação ao comportamento dos funcionários, fica proibido criticar celebridades e, principalmente, políticos. Além disso, o debate político intenso também está na lista de proibições.

"Existem diretrizes comunitárias para apoiar a discussão saudável e aberta que sempre fez parte de nossa cultura. Elas ajudam a criar um ambiente em que podemos nos unir como uma comunidade em busca de nossa missão compartilhada e servir nossos usuários", começa a empresa. "Trabalhar na Google tem uma enorme responsabilidade. Bilhões de pessoas confiam em nós todos os dias para obter informações confiáveis ​​e de alta qualidade. É fundamental que honremos essa confiança e preservemos a integridade de nossos produtos e serviços", completa. Além disso, a empresa também diz para o funcionário ser responsável, útil e atencioso, e que tudo o que é dito é deUber lança programa de fidelidade no Brasil responsabilidade do próprio funcionário.

Letreiro presente na sede da Google

Outra regra que faz parte das novas diretrizes da empresa envolve a proibição de debates políticos intensos. Levando em consideração o atual período em que a política tem sido um assunto muito pautado, gerando debates pra lá de intensos, é impossível dizer que essa diretriz está fora de contexto. "Embora compartilhar informações e ideias com colegas ajude a construir uma comunidade, interromper o dia de trabalho para ter um debate furioso sobre política ou a notícia mais recente [sobre o tema],não. Nossa principal responsabilidade é fazer o trabalho que cada um foi contratado para fazer, e não gastar tempo de trabalho em debates sobre tópicos não relacionados ao trabalho", aponta a empresa. Ainda não é possível concluir se a nova regra tem relação direta com o caso do ex-funcionário que acusou a Google de preconceituosa e de não respeitar seu posicionamento político em favor de Trump.

Além disso, a empresa norte-americana também ordena que os funcionários não ataquem outras pessoas. "Isso inclui fazer declarações que insultem ou humilhem outros funcionários, nossos parceiros de negócios ou outros (incluindo figuras públicas), ou que violem outros padrões de conduta ou políticas contra assédio e intimidação".

Fonte: Google via The Next Web

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